Furto de vírus na Unicamp: PF encontrou amostras no congelador da cozinha dos investigados
Polícia Federal encontrou amostras no congelador da cozinha dos investigados por furto de vírus da Unicamp Reprodução/PF A Polícia Federal encontrou amostras biológicas na cozinha do casal investigado pelo furto de vírus da Unicamp.
O material, apreendido em março deste ano durante um cumprimento de mandado de busca, estava em caixas plásticas dentro do refrigerador de Soledad Palamenta Miller e Michael Edward Miller, em Campinas (SP).
A informação consta no processo ao qual o g1 teve acesso nesta segunda-feira (24).
De acordo com os registros, as caixas somavam 291 microtubos (eppendorfs) com conteúdo de origem incerta e marcações manuscritas.
As apreensões foram encaminhado para análise do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
A localização do material no congelador doméstico é um novo elemento revelado pelos documentos.
Inicialmente, a PF havia informado que todas as amostras haviam sido recuperadas dentro da própria Unicamp.
LEIA TAMBÉM: Furto de vírus na Unicamp: imagens mostram suspeitos retirando material de laboratório O g1 procurou o MAPA para saber se as perícias já foram concluídas e quais foram os resultados.
Até a última atualização desta reportagem, não havia resposta.
Em nota, a Universidade Estadual de Campinas informou que concluiu uma sindicância sobre o suposto furto e instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apuração de possíveis infrações cometidas pelos envolvidos nas ocorrências -- leia o posicionamento completo abaixo.
Onde as amostras foram encontradas Segundo os documentos do inquérito, a PF localizou materiais em três locais: 1.
Casa de Michael Edward Miller: seis caixas plásticas com divisórias, contendo microtubos com amostras biológicas e marcações manuscritas, foram encontradas no congelador da cozinha.
As fotos da PF mostram que havia uma embalagem de frango congelado no mesmo compartimento em que as amostras foram depositadas.
Uma inspeção visual preliminar das embalagens e das marcações manuscritas indicou que alguns frascos poderiam estar associados a patógenos de interesse de saúde animal ou humana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.