Ministra de Lula é acusada de articular campanha contra vice de Flávio Bolsonaro
Márcia Lopes participa, nesta quarta-feira, da Reunião Extraordinária do Colegiado Gestor da Casa da Mulher Brasileira, em Boa Vista, e da cerimônia de instalação do Fórum Estadual de Organismos de Políticas para as Mulheres de Roraima (Foto: Wenderson Cabral/Folha BV) BRASÍLIA, SEXTA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2026 – Nº 4.465 O ataque oficial A ministra das Mulheres do Governo Lula da Silva, Márcia Carvalho Lopes incentivou num grupo de whatsapp de mais de 70 líderes políticos e empresários um ataque com fake news a Alfredo Gaspar, o vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).
A mensagem encaminhada por ela ao grupo há dias – ao qual a Coluna teve acesso – citou o seguinte texto: “Estou organizando uma campanha de redes para amanhã com vídeos de mães dizendo SOU MÃE DE (menino/menina/adolescente) E NÃO VOTO EM VICE ACUSADO DE ESTUPRO DE CRIANÇA”.
Márcia é irmã do ex-ministro Gilberto Carvalho, o mais próximo do presidente Lula da Silva em dois mandatos.
Como notório, por falta de provas e recomendação da PGR, o ministro Gilmar Mendes, do STF, arquivou a denúncia de que Gaspar teria cometido o crime, por “falta de indícios mínimos”.
A PF também não encontrou provas.
Mesmo assim a campanha do PT utilizou a informação em seu programa eleitoral.
Gaspar já processou e venceu na Justiça alagoana ação contra a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) por falso testemunho.
Questionada pelo whatsapp ontem pela reportagem, confrontada com o print, a ministra recorreu à assessoria que enviou essa posição sem mencionar a insinuação do post: “Em ano eleitoral, a partir de 16 de agosto, é permitido que agentes públicos façam manifestações eleitorais na condição de cidadãos eleitores, exercendo livremente sua preferência política fora do horário de expediente”.
Mas não explicou a denúncia que provocou uma onda contra o adversário.
Lobo solitário Único voto contrário à PEC do fim da escala 6×1, o senador Hamilton Mourão (Rep-RS) destoou da pressa populista no Senado.
Ao alertar para o risco de demissões e o sufocamento das pequenas empresas – variados estudos de associações já indicaram isso – Mourão expôs a insensatez de uma aprovação açodada e eleitoreira.
Postura isolada e coerente que alerta ao alto custo econômico da medida que a maioria preferiu ignorar.
TSE e Dallagnol O presidente da OAB-PR, Luiz Fernando Pereira, cobrou celeridade do TSE no julgamento do registro de candidatura do ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo), eleito Senador.
Para ele, a demora deixa o Paraná em um cenário de indefinição sobre quem de fato ocupará a vaga e lembra que a legislação prevê que esses processos sejam resolvidos antes do pleito.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.