Sua zamioculca pode formar outra planta a partir de um folíolo: a transformação começa sob o substrato; entenda o que acontece antes do primeiro broto e por que a espera pode enganar
Raízes e uma estrutura de reserva se desenvolvem na base do fragmento, enquanto a parte visível pode passar meses praticamente sem mudanças A zamioculca pode originar uma nova planta a partir de um único folíolo, aquela pequena lâmina verde que muita gente chama de folha.
Antes de surgir qualquer broto acima da terra, a base desse fragmento desenvolve raízes e um pequeno rizoma, estrutura que acumula reservas.
Por isso, semanas sem mudança aparente não bastam para concluir que a tentativa falhou.
Essa capacidade é descrita pela Universidade da Flórida, que documenta a propagação da zamioculca por folíolos individuais.
O detalhe muda a forma de acompanhar a muda: o primeiro avanço relevante pode estar escondido, enquanto a parte exposta continua praticamente igual.
O que a zamioculca constrói debaixo da terra Na zamioculca, a estrutura comprida que parece um ramo corresponde a uma folha composta, formada por vários folíolos.
Cada uma dessas unidades pode servir de material para propagação, desde que esteja saudável e encontre condições adequadas.
A possibilidade existe, mas não representa garantia de sucesso para todo fragmento plantado.
Na região basal, forma-se um rizoma com aspecto engrossado.
Trata-se de um caule modificado, diferente das raízes responsáveis pela absorção de água e nutrientes.
É dessa estrutura que poderá sair a nova parte aérea, com seus próprios folíolos.
A zamioculca adulta também possui rizomas que armazenam água.
Na muda, a formação desse conjunto subterrâneo ajuda a explicar por que enraizar e emitir um broto são etapas distintas.
Ver raízes, portanto, ainda não equivale a ter uma planta estabelecida.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.