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Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga

G1 São Paulo ·
Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga

Tecnologia ajuda a monitorar o Museu do Ipiranga e prevenir problemas na estrutura A tecnologia usada para monitoramento e conservação do Coliseu de Roma, na Itália, vai ajudar a proteger um patrimônio histórico, aqui no Brasil: o Museu do Ipiranga.

Um escaneamento a laser, em 3D, permite antecipar possíveis riscos e problemas na estrutura. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Já são 131 anos de história.

Mas o Museu do Ipiranga não aparenta a idade que tem.

Construções envelhecem - e, como acontece com a gente, nem sempre os problemas aparecem na superfície.

Foi para encontrar falhas, imperfeições escondidas, que essa equipe de pesquisadores da Universidade de Ferrara, na Itália, passou as últimas semanas trabalhando dentro e fora do edifício histórico.

Imagine que a gente vá capturar uma foto do museu.

A imagem seria bem diferente do que os pesquisadores estão buscando - eles querem enxergar o museu milimetricamente, cada detalhe, inclusive aqueles que, olhando assim, a gente não enxerga.

Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga Reprodução/TV Globo O pesquisador Marcello Balzani explica que é como fazer um exame de raio-x, uma tomografia.

A ideia é navegar pelo espaço como se ele fosse um órgão ou um músculo do corpo humano.

"É como fazer um raio-X, um ultrassom ou uma tomografia, não é? Existe essa ideia de navegar pelo espaço como se ele fosse um órgão, um músculo", diz Marcello Balzani, professor de Arquitetura da Universidade de Ferrara.

Tecnologia usada no Coliseu de Roma vai ajudar a preservar o Museu do Ipiranga Reprodução/TV Globo A tecnologia cria um modelo digital 3D da construção.

Scanners a laser calculam com precisão a posição de cada detalhe do prédio.

Isso forma uma "nuvem de pontos"; coordenadas espaciais que registram desníveis, fissuras e deformações, por exemplo.

Por fim, um programa de computador cria um "gêmeo digital" do museu.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.

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