Os 31 melhores gritos da história da música
Com o Halloween se aproximando, que maneira melhor de comemorar do que com uma lista de momentos musicais tão intensos que são capazes de arrepiar até os pelos do corpo? De lamentos de partir o coração a urros de terror e gritos de pura euforia, estes são os 31 melhores gritos da história da música.
A lista da Rolling Stone reúne classic rock, emo, funk, nu metal e muito mais.
Vale lembrar: não estamos falando da música inteira, mas apenas daqueles momentos em que o vocalista solta a voz de verdade e o nível de agressão às cordas vocais chega a ser criminoso.
Esta lista não é para quem tem pulmões fracos.
31º lugar: The Pixies, ‘Rock Music’ (1991) A capacidade singular dos Pixies de dar um toque surreal ao rock alternativo fica inesquecivelmente evidente aqui.
A segunda faixa do terceiro álbum da banda, Bossanova, não tem um momento específico de grito do vocalista Black Francis.
A música inteira é um chilique de 1 minuto e 52 segundos, com cada verso berrado como se o cabelo dele tivesse acabado de pegar fogo.
Ele começa repetindo a frase “Your mouth’s a mile away” (“Sua boca está a quilômetros de distância”) oito vezes, e cada repetição soa mais descontrolada que a anterior, enquanto o guitarrista Joey Santiago responde com explosões de ruídos fantasmagóricos. — Jon Dolan 30º lugar: The Clash , ‘London Calling’ (1980) Neste clássico do punk rock, Joe Strummer pinta um retrato sombrio de Londres, uma cidade distópica que avança a passos largos rumo ao apocalipse.
O característico punk do The Clash, temperado com reggae, serve de base para uma letra inspirada pelos acontecimentos caóticos que marcaram o mundo em 1979, como a injustiça racial, a brutalidade policial, o aumento do desemprego, uma epidemia de drogas, o risco de um desastre nuclear e a ascensão de Margaret Thatcher.
Na ponte da música, Strummer dispara um chamado às armas entrecortado e estridente, que ecoa no frio sobre o rio Tâmisa como um sinal de socorro. — Jessica Shalvoy 29º lugar: Childish Gambino , ‘Redbone’ (2016) Donald Glover estabeleceu as bases vocais e a atmosfera setentista com seu primeiro single, “Me and Your Mama”, do terceiro álbum de estúdio, Awaken, My Love!, soltando lamentos ao longo de toda a faixa.
Mas foi o segundo single, “Redbone”, que mostrou ao grande público o quanto o alcance vocal de Glover pode ser versátil.
Por volta da metade dessa faixa de R&B com toques de funk psicodélico, ele hipnotiza com um lamento sensual capaz de ressuscitar Marvin Gaye.
Um falsete em que cada segundo desse chamado parece transbordar de alma. — J.S.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.