segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Coreia do Norte lança mísseis balísticos no Mar do Leste em meio a tensões com Seul› Zelensky diz desconhecer cessar-fogo energético com Rússia anunciado por Trump› Malária: Anvisa autoriza teste em humanos de vacina 100% brasileira› ‘Para barrar o fascismo’: brasileiros vão às ruas de várias cidades em apoio a Lula› Governo Lula destina verba para reconstrução de laboratórios atingidos em incêndio na UFPE› Trump anuncia cessar-fogo energético ‘imediato’ entre Rússia e Ucrânia› TSE atende Flávio Bolsonaro e suspende canal de Lula com 3,3 milhões de seguidores› Oposição israelense pede investigação contra Netanyahu por alterar registros do 7 de outubro› Brasileirão: veja os gols do fim de semana de jogos da 30ª rodada› Flamengo: Danilo tem fraturas na mandíbula e vai passar por cirurgia› Coreia do Norte lança mísseis balísticos no Mar do Leste em meio a tensões com Seul› Zelensky diz desconhecer cessar-fogo energético com Rússia anunciado por Trump› Malária: Anvisa autoriza teste em humanos de vacina 100% brasileira› ‘Para barrar o fascismo’: brasileiros vão às ruas de várias cidades em apoio a Lula› Governo Lula destina verba para reconstrução de laboratórios atingidos em incêndio na UFPE› Trump anuncia cessar-fogo energético ‘imediato’ entre Rússia e Ucrânia› TSE atende Flávio Bolsonaro e suspende canal de Lula com 3,3 milhões de seguidores› Oposição israelense pede investigação contra Netanyahu por alterar registros do 7 de outubro› Brasileirão: veja os gols do fim de semana de jogos da 30ª rodada› Flamengo: Danilo tem fraturas na mandíbula e vai passar por cirurgia
Economia

BC diz não ver sinais de propagação inflacionária do choque recente do petróleo

InfoMoney ·
BC diz não ver sinais de propagação inflacionária do choque recente do petróleo

Não há, até esse momento, evidências de que o recente choque nos preços do petróleo e derivados vá gerar uma propagação inflacionária relevante por meio de efeitos de segunda ordem na economia brasileira.

A conclusão está em uma das análises especiais que o Baco Central apresentou nesta quinta-feira (24) em seu Relatório de Política Monetária referente ao segundo trimestre de 2026.

Os efeitos de segunda ordem, são impactos que decorrem dos efeitos primários e que afetam a formação de preços e salários.

Os relacionados à formação de preços se manifestam principalmente quando as empresas elevam seus preços em proporção superior aos aumentos de custos direta e indiretamente associados ao choque.

Isso pode ocorrer quando as empresas antecipam aumentos futuros de custos e decidem reajustar seus preços antes mesmo que tais aumentos se concretizem.

Leia também BC projeta IPCA em 12 meses de 3,1% no 1º trimestre de 2029, último número da série No cenário de referência, a inflação em 12 meses fecha o terceiro trimestre de 2026 em 4,4% e encerra o ano em 5,2% BC reduz projeção de alta do PIB em 2026 para 1,8%, vê expansão de 1,4% em 2027 O Ministério da Fazenda previu nesta semana um avanço de 2,0% para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 e de 2,3% no ano que vem Esse aumento da inflação decorrente dos efeitos primários pode induzir reajustes salariais maiores, na tentativa de recompor perdas observadas ou mesmo esperadas de salário real.

E esses reajustes, por sua vez, também podem dar origem a efeitos de segunda ordem caso sejam posteriormente repassados aos preços.

Dessa forma, as pressões inflacionárias tornam-se mais disseminadas e persistentes, o que faz com que os efeitos de segunda ordem sejam usualmente objeto de resposta por parte das autoridades monetárias.

Na avaliação do BC, no entanto, embora o relatório admita que os efeitos de segunda ordem podem levara algum tempo para se materializarem, é que não se observam no momento sinais de aumento da inflação em segmentos presumidamente pouco expostos ao aumento dos preços de petróleo e derivados.

E no canal de formação de salários, diferentes medidas da dinâmica salarial tampouco apontam para aceleração disseminada após o início do conflito no Oriente Médio.

O Relatório de Política Monetária do lembra que o preço do petróleo oscilou consideravelmente ao longo do 2º trimestre, assim como sua trajetória prospectiva, que considera queda mais acentuada após alta no quarto trimestre de 2026.

Logo após a data de corte do RPM de junho, destaca o texto, os preços de petróleo recuaram substancialmente, repercutindo um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã que poderia resultar no fim do conflito.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›