Datafolha: 34% dizem que apoio ao impeachment de ministros do STF aumenta chance de voto para o Senado
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (18) mostra o impacto do escândalo do banco Master e da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a percepção dos eleitores a duas semanas da votação para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
O Datafolha perguntou sobre a eleição do Senado, já que senadores têm a prerrogativa de julgar ministros do STF em eventuais processos de impeachment por crimes de responsabilidade.
Pergunta: o fato de um candidato ao Senado ser a favor do impeachment de ministros do STF aumenta, não muda ou diminui as chances de você votar nele? Aumenta: 34% Diminui: 31% Não muda: 30% Não sabe: 5% Os números mudam conforme as preferências dos eleitores.
Entre quem vota em Flávio Bolsonaro (PL), 49% afirmam que a posição pró-impeachment do candidato aumenta as chances de voto nele.
Entre os eleitores de Lula (PT), 23% respondem isso.
Na eleição deste ano, o Senado vai renovar dois terços das cadeiras -- 54 de 81.
Por isso, cada eleitor terá que votar em dois candidatos.
Entenda aqui o processo e como evitar erros.
Agora no g1 A pesquisa mostra também se o caso Master e seus desdobramentos no Supremo influenciam a escolha dos eleitores na eleição para a Presidência da República.
Para 47%, a crise terá influência no voto em 4 de outubro.
Outros 49% afirmam que não terá influência.
Veja os dados completos abaixo: Pergunta: a crise no STF e o escândalo do Master influenciam seu voto para presidente? Sim, grande influência: 36% Sim, pequena influência: 11% Não terá influência: 49% Não sabe: 4% A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.