Policial atira e mata mulher em possível surto na Zona Oeste de SP
Policial atira em mulher em possível surto, armada com faca, na Zona Oeste de SP Uma mulher que apresentava comportamento alterado e estava armada com uma faca morreu após ser baleada por um policial militar na tarde desta quinta-feira (15), em Pirituba, na Zona Oeste de São Paulo.
A ocorrência foi registrada por volta das 14h45, na Rua Coronel José Rufino Freire.
Segundo a TV Globo apurou, moradores acionaram a Polícia Militar após relatarem que a mulher estava pela região, aparentemente em surto, ameaçando pessoas.
O caso se soma a duas ações recentes em que policiais militares dispararam 69 vezes em uma semana contra outros dois homens em surto (leia mais abaixo).
Policial atira e mata mulher em possível surto, armada com faca, na Zona Oeste de SP Reprodução/Câmera de segurança Nesta quinta, três policiais tentaram negociar com a mulher para que largasse a faca.
Uma câmera de segurança registrou o momento em que ela está andando pela rua segurando uma faca e avançando em direção aos agentes.
Na sequência, um dos policiais dispara contra ela entre a região do peito e pescoço.
Ela cai no chão ferida.
Uma equipe de Resgate foi acionada, mas a morte da mulher foi constatada no local.
Mortes de homens em surto e depressão Exclusivo: SP1 revela imagens de ocorrência que terminou com morte policial Outras duas ações da Polícia Militar que terminaram nas mortes de homens em surto e depressão reacenderam o debate sobre o uso da força policial e o preparo dos agentes para atender esse tipo de ocorrência em São Paulo.
Em uma semana, policiais militares dispararam 69 vezes contra duas pessoas que, segundo familiares e registros das ocorrências, apresentavam transtornos mentais e emocionais.
De acordo com especialistas em segurança pública ouvidos pela equipe de reportagem, o número de disparos contrasta com orientações do Método Giraldi, utilizado pela PM paulista, segundo as quais o tiro é a "última alternativa", devendo o policial priorizar outros procedimentos e, quando necessário, efetuar sequências de dois tiros.
Os dois casos ocorreram em um intervalo de sete dias e foram filmados (veja vídeos nesta reportagem).
Em 3 de outubro, Antonio Nunes Batista, de 40 anos, foi baleado e morto na Vila Dionísia, Zona Norte da capital após a PM disparar 24 vezes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.