Polícia de SP lacrou celulares de Dark Horse com folga que caberia cabo USB
A Polícia Científica de São Paulo recusou realizar perícia técnica em aparelhos telefônicos e notebooks apreendidos com Karina Gama, produtora de Dark Horse, porque a Polícia Civil de São Paulo os lacrou com folga suficiente para a passagem de um cabo USB.
Na prática, ainda que os aparelhos estivessem dentro de um saco plástico que tinha um lacre, eles não estavam lacrados e podem ter sido manipulados antes de serem entregues à perícia.
De acordo com o termo de recusa produzido pelo Instituto de Criminalística e juntado aos autos do processo que tramita na Justiça de São Paulo, a abertura estrutural do pacote permitia “a introdução física de objetos ou outros vestígios para o interior da embalagem protetora”
A perita criminal Viviane Fleitas Menezes deixou claro que os 13 sacos entregues “apresentam vão suficiente para entrada de cabo de alimentação e transferência de dados, sendo possível manipulação de dados no interior do equipamento”.
O mesmo aconteceu com os pen-drives apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo, já que quatro sacos entregues apresentavam “vão suficiente para retirada da peça a ser periciada”. Ou seja: o saco, ainda que estivesse fechado, não protegia o pen-drive.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.