O defensor da liberdade de expressão quer censura
A disputa eleitoral de 2026 ganhou mais um capítulo judicial.
Em 8 de outubro, Flávio Nantes Bolsonaro ajuizou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin.
A petição atribui à rede de apoiadores de Lula a divulgação coordenada de conteúdos que considera falsos ou descontextualizados e pede medidas urgentes para conter sua circulação.
Porém, a alegada rede de apoiadores nada mais é do que fruto do chamado de Lula à sociedade civil politizada que inunde as redes com a campanha que não quer o negacionismo e o fascismo de volta à cadeira presidencial.
Flávio tenta criminalizar a virada nas redes sociais do apoio orgânico a Lula que hoje tem o dobro do engajamento segundo Môonica Bergamo noticiou ontem (Bergamo, FSP, 9 de outubro 2026).
A virada nas ruas e nas redes do presidente Lula tem sido espetacular.
Este chamado especial do presidente, que garante o aspecto político que quer manter o SUS, PROUNI, MINHA CASA MINHA VIDA, LOAS e benefícios previdenciários e aposentadoria digna, além de uma CLT funcional com salário mensal e não por hora, trouxe à baila – de forma espontânea e coerente – de estudantes a influencers das mais variadas matizes.
Multidões inundam não somente as ruas com suas bandeiras e camisas vermelhas, inundam as redes no seu movimento orgânico.
Totalmente legitimo em uma sociedade democrática e plural.
Ao contrário de Flavio e do esquema CERIMEDO que Trump montou com Bannon para influenciar com seus bots e pagamento com dinheiro no exterior esquemas semiorgânicos e artificiais de impulsionamento, que isso sim configuram crime.
Estes esquemas que, comprovados, configuram crime eleitoral estão sendo investigados por vários jornalistas como Leandro Demori, Heloisa Villela, e coletivos de jornalistas como La Red Latinoamérica e a própria The Atlantic , com um extenso artigo assinado pela Anne Applebaum, deveriam ser objeto de inquérito eleitoral pelo s.r.
Paulo Gonet.
O Brasil exige saber por que uma conta recém-criada no Instagram tem impulsionamento somente de contas bolsonaristas, quanto do esquema Dark Horse é pago por dinheiro da Máfia Master – Vorcaro – PCC- Flávio e Eduardo e quais os documentos e extensões de traições ao povo Eduardo gerencia com suas milicias digitais.
A prévia da censura que Flávio tenta impor a este levante contra os retrocessos sociais e civilizatórios, cuja figura lapidar é de uma criança de camisa verde e amarelo bradando para a turba enfurecida com uma arma na mão, é a previa também de um possível segundo mandato para o clã Bolsonaro.
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