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MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão

Metrópoles ·
MP investiga agente e vigilante por permitir entrada de celulares em prisão

Um agente penitenciário e um vigilante, ambos lotados no sistema prisional de Florianópolis (SC), foram alvos de operação nesta sexta-feira (18/9), sob suspeita de atuar em conluio com uma organização criminosa para facilitar a entrada clandestina de drogas, aparelhos celulares, medicamentos e outros itens proibidos no Complexo Penitenciário do estado .

Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) , os investigados teriam implementado um esquema estruturado para favorecer detentos vinculados a uma organização criminosa com atuação dentro e fora do sistema prisional.

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O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras.

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1 de 6 Um agente penitenciário e um vigilante, ambos lotados no sistema prisional de Florianópolis (SC), foram alvos de operação nesta sexta-feira (18/9) Divulgação/MPSC 2 de 6 O agente público e o vigilante terceirizado são investigados por supostamente facilitar o ingresso dos materiais ilícitos e ocultar a atividade criminosa em troca de vantagens financeiras Divulgação/MPSC 3 de 6 As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta Divulgação/MPSC 4 de 6 A Polícia Penal acompanhou e apoiou a operação desde as primeiras etapas das investigações, que tramitam sob sigilo Divulgação/MPSC 5 de 6 O MPSC explicou que o nome “Linha Oculta” faz referência aos canais clandestinos de comunicação mantidos por integrantes da organização criminosa por meio da entrada irregular de aparelhos celulares no sistema prisional Divulgação/MPSC 6 de 6 Divulgação/MPSC A operação As investigações levaram as forças de segurança a deflagrar, nesta sexta (18), a Operação Linha Oculta.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Florianópolis e Biguaçu.

A ação está vinculada à 39ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, e os mandados foram expedidos pela Vara Regional de Garantias da Capital.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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