Mineração de baixo carbono avança no Pará
A demanda mundial por minerais críticos cresce impulsionada pela expansão das energias renováveis, da mobilidade elétrica e da eletrificação da economia.
Nesse cenário, o Brasil reúne algumas das maiores reservas minerais do mundo e tem condições de ampliar sua participação nesse mercado.
O desafio, porém, não se limita ao aumento da produção.
A competitividade do setor depende cada vez mais da capacidade de reduzir emissões, recuperar áreas mineradas e agregar valor aos recursos produzidos no país.
É nesse contexto que a Hydro , líder global de alumínio e energia renovável com operações integradas no Pará, vem ampliando investimentos em reabilitação ambiental, inovação e descarbonização.
Presente em toda a cadeia de valor do alumínio, atuando desde a extração de bauxita, produção de energia renovável, refino de alumina, produção de alumínio primário e extrusão, a companhia busca ampliar a oferta de soluções de baixo carbono para atender à crescente demanda desse metal estratégico para transição energética.
Reabilitação ambiental Entre as ações desenvolvidas pela Hydro para um futuro mais sustentável, a reabilitação das áreas mineradas no Pará ocupa um papel central.
Desde 2009, mais de 3.750 hectares foram reabilitados na área da Mineração Paragominas, o equivalente a aproximadamente 5.250 campos de futebol.
O trabalho segue o compromisso de reabilitação 1:1, ou seja, de reabilitar as áreas disponíveis após a mineração em um prazo de até dois anos.
Em Paragominas, a empresa também concluiu, com 11 anos de antecedência, todas as ações previstas no Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA).
A iniciativa foi realizada em cumprimento ao termo de compromisso firmado com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade.
Com isso, a empresa atingiu as metas de recomposição florestal e ecológica previstas junto aos órgãos ambientais paraenses.
Na reabilitação dessas áreas, agora transformadas em reserva legal, a Mineração Paragominas adotou metodologias focadas no restabelecimento do equilíbrio ecológico, como regeneração natural, remoção de fatores de degradação, plantio tradicional de mudas e dispersão de sementes via drone, utilizando espécies nativas ameaçadas de extinção.
Contribuindo para avaliar a evolução da regeneração da vegetação, a área é acompanhada e monitorada pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.