Príncipe Harry relata ‘gatilho’ como piloto na guerra do Afeganistão
Príncipe Harry revelou que, após a segunda missão no Afeganistão, em 2013, descobriu que tem problemas com saúde mental.
“Bastava vestir uma camisa social simples e sentir a gola apertar para eu, literalmente, sentir que estava sufocando”, afirmou em entrevista à psicóloga Mary-Frances O’Connor , para o Redefining Grief: Building Resilience Through Loss (em tradução livre Redefinindo o Luto: Construindo Resiliência por Meio da Perda ).
O membro da família real afirmou que a participação na guerra não foi o motivo que o fez desenvolver estresse pós-traumático, mas sim um gatilho para outras questões que já passou.
“Eu tinha ataques de pânico só de estar no carro a caminho do trabalho”, expôs.
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Siga o perfil @veja.gente Ao longo da conversa, Harry falou como perder a mãe, Diana , aos 12 anos, fez com que ele se fechasse e não percebesse como a morte o afetou.
““E, durante 15 ou 20 anos, quando me perguntavam: ‘Você está bem?’, minha resposta era: ‘Estou bem’.Era um entorpecimento, um desligamento emocional”.
Continua após a publicidade A mudança do Reino Unido para o Canadá , após renunciar a monarquia, foi outro período desgastante para o príncipe.
“Fiquei inútil em casa.
Na verdade, entrei em um estado depressivo por cerca de duas semanas e sentia que não conseguia funcionar sem adrenalina”.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.