Internacional sofre transfer ban preventivo por fair play e se manifesta
O Internacional sofreu um transfer ban preventivo por parte da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), órgão independente criado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que impede o registro novos jogadores.
O clube gaúcho já está punido na Fifa pela falta de pagamento nas contratações do zagueiro Juninho e do lateral-esquerdo Ramon, que não faz mais parte no elenco.
A medida é idêntica a que o Grêmio levou no fim de agosto de 2026 .
O bloqueio preventivo permite que o Internacional registre novos jogadores somente com autorização prévia do órgão regulador — em vigor desde 1º de janeiro deste ano.
Leia Mais Inter se posiciona em caso de proibição de instrumentos no Beira-Rio; veja Dirigente do Inter é suspenso após afirmar que árbitro "só faz c..." Ex-São Paulo, Oscar se prepara para jogo após aposentadoria precoce Na prática, porém, a punição não tem efeito para o Inter.
Os dois transfer bans que envolvem o Midtjylland, da Dinamarca , e o Olympiakos, da Grécia, impedem novas contratações .
Motivo do transfer ban preventivo O Internacional levou o transfer ban preventivo por conta da apresentação do ingresso do pedido de “Plano de Parcelamento Coletivo” na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD).
O clube se manifestou sobre o caso na tarde desta quinta-feira (8).
“Na busca constante de soluções, e ciente das dificuldades financeiras enfrentadas, o Sport Club Internacional informa que, no começo do mês de setembro ingressou com pedido de Plano de Parcelamento Coletivo perante à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), medida considerada de fundamental importância para a reestruturação do passivo do Clube”, iniciou a nota.
“O pedido submetido à câmara dá continuidade ao processo de reestruturação já em andamento no Clube.
Assim, em decorrência da apresentação do plano, e em cumprimento às novas regras do Sistema de Sustentabilidade Financeira da CBF, o Internacional também realizou as comunicações previstas à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) e seguirá os procedimentos estabelecidos”, completou.
O programa visa o reparcelamento das dívidas desportivas de determinados clubes, a fim de encaixarem na capacidade realista de pagamento por parte da instituição.
Na busca constante de soluções, e ciente das dificuldades financeiras enfrentadas, o Sport Club Internacional informa que, no começo do mês de setembro ingressou com pedido de Plano de Parcelamento Coletivo perante à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), medida considerada de fundamental importância para a reestruturação do passivo do Clube.
O mecanismo é previsto na regulamentação do futebol brasileiro e utilizado por outros clubes do país.
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