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O dia seguinte (por André Gustavo Stumpf)

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O dia seguinte (por André Gustavo Stumpf)

A campanha eleitoral esconde a realidade da economia brasileira.

O Brasil não vive o pior dos mundos, nem está na beira do desastre.

Mas a situação das contas nacionais não é confortável.

O próximo presidente terá que enfrentar a dificuldade do forte desequilíbrio nas contas nacionais.

O país é altamente deficitário.

A dívida ultrapassou 10 trilhões de reais, situação que consome o esforço brasileiro com juros extremamente elevados.

É preciso reduzir o endividamento para colocar as taxas em nível civilizado.

O índice de crescimento da economia nacional neste ano deverá ficar abaixo dos 2%.

E no próximo ano vai se repetir, segundo estimativas oficiais.

Recessão à vista.

O governo Lula repete os atos de seu antecessor, no esforço de vencer a eleição de outubro.

A crise internacional, resultante da guerra entre Estados Unidos e Irã jogou o mundo em situação crítica.

O preço do petróleo tem aumentado bastante. (Trump e seus amigos estão ganhando muito dinheiro).

Eles brigam no Oriente Médio e os brasileiros pagam parte das contas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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