Copiloto que morreu em queda de helicóptero com Rick é velado na Igreja Matriz de Pongaí: 'Morreu fazendo o que amava', diz irmão
Corpo de copiloto morto em queda de helicóptero será velado em Pongaí O corpo do piloto Leopoldo Barros Teixeira, de 34 anos, será velado na Igreja Matriz de Pongaí (SP), nesta quarta-feira (23), a partir das 20h.
Ele ocupava o assento de copiloto no helicóptero que caiu em Santa Catarina enquanto transportava o cantor Rick, da dupla Rick & Renner.
O sepultamento será realizado na quinta-feira (24), a partir das 10h, no Cemitério Municipal de Pongaí. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Copiloto que morreu em queda de helicóptero com Rick é velado na Igreja Matriz de Pongaí Andressa Lara/TV TEM/Reprodução A aeronave, com cinco ocupantes, desapareceu na tarde de segunda-feira (21) após decolar de Porto Belo, no Litoral Norte catarinense, rumo a São Joaquim.
Os destroços foram encontrados nesta terça-feira (22).
Os corpos foram liberados do Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis (SC) na madrugada desta quarta-feira, por volta da 1h30, após reconhecimento por exame papiloscópico.
Segundo a família, o corpo de Leopoldo foi encaminhado para uma funerária em Osasco (SP) antes de seguir para Pongaí.
Paróquia São José, Igreja Matriz em Pongaí recebe o velório do copiloto Leopoldo Barros Teixeira Andressa Lara/TV TEM Volta à aviação O piloto havia retomado a carreira na aviação civil no ano passado.
Segundo o irmão dele, Lincoln Barros Teixeira, ao trabalhar com aviação ele realizava um sonho de juventude.
"Nós falamos para ele seguir o sonho dele.
Sempre o incentivamos.
Ele morreu, mas morreu feliz fazendo o que amava", disse o irmão.
Leopoldo Barros Teixeira atuava como copiloto no helicóptero que caiu com o cantor Rick, da dupla Rick e Renner Reprodução Lincoln explicou que ele e o irmão nasceram em Pirajuí (SP), já que Pongaí (SP), cidade onde cresceram, não possui maternidade.
Ainda segundo o irmão, Leopoldo não tinha filhos, era solteiro e morava em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, onde trabalhava com helicópteros.
Lincoln ainda relatou que a família tentou entrar em contato com Leopoldo na segunda-feira (21), mas não conseguiu.
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