segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões› Claude envia denúncia falsa à polícia e Anthropic corta internet› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões› Claude envia denúncia falsa à polícia e Anthropic corta internet› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada
Últimas

Petróleo fecha em queda de 1%, mas permanece acima de US$100 por barril

UOL Notícias ·
Petróleo fecha em queda de 1%, mas permanece acima de US$100 por barril

HOUSTON, 17 Set (Reuters) - Os preços do petróleo fecharam com queda de cerca de 1% nesta quinta-feira, mas permaneceram acima de ​US$100 o barril, à medida que ​os investidores avaliavam os impactos dos ataques na Arábia Saudita e dos houthis do Iêmen — apoiados pelo Irã — em contraposição a relatos de que barris adicionais de petróleo saudita ​poderiam chegar aos mercados ⁠globais e ​amenizar as preocupações com a oferta.

A Arábia Saudita e ⁠os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, ​trocaram novos ataques através da fronteira nesta quinta-feira, com a propagação da guerra no Oriente Médio para o Iêmen e a ‌Arábia Saudita ameaçando agravar a escassez ‌global de ​energia causada desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã em fevereiro.

Os futuros do petróleo Brent fecharam em queda de US$1,01, ou 0,95%, ‌a US$104,82 por barril, enquanto os futuros do West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caíram 52 centavos, ou 0,5%, para US$101,91 por barril. Ambos os índices de referência haviam caído cerca de 3% na quarta-feira.

O Brent havia caído mais de US$3 no início do pregão, atingindo seu menor nível desde 10 de setembro, enquanto o WTI também caiu mais de US$3, atingindo seu menor nível desde 11 ‌de setembro, após relatos de que a Arábia Saudita estava oferecendo mais cargas de petróleo às refinarias asiáticas por meio de transferências ​de navio para navio ao largo do porto de Sohar, em Omã. Isso compensará parte da interrupção ‌causada pelos ataques ao oleoduto Leste-Oeste que leva ao Mar Vermelho.

A Arábia Saudita também buscava restaurar cerca de metade da capacidade de seu oleoduto ‌Leste-Oeste em poucos dias, após ‌a interrupção da operação na semana passada devido a ataques com drones, informou a Bloomberg.

Os preços ⁠do petróleo haviam subido para níveis próximos às máximas de quatro meses nesta semana, depois que fontes do setor de transporte marítimo informaram que os embarques de petróleo no centro de exportação de Yanbu, na Arábia Saudita, no Mar Vermelho, ​haviam sido suspensos e ​que Riade havia cancelado algumas entregas de cargas para clientes europeus. O oleoduto Leste-Oeste abastece Yanbu.

Operadores do mercado afirmaram que um fechamento prolongado do oleoduto poderia reduzir em até 4% o abastecimento global de petróleo. A Arábia Saudita não informou quando as operações poderão ser retomadas, mas Wright disse à CNBC na terça-feira que o petróleo deve voltar ⁠a fluir pelo oleoduto em poucos dias.

(Reportagem de Anushree Mukherjee em Bengaluru, Yuka Obayashi ​em Tóquio e Trixie Yap em Cingapura)

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›