Joice e influencer do agro: mortes seguem sem solução após três meses em MG
Belo Horizonte — Dois casos que chocaram Minas Gerais completam mais de 90 dias ainda sem respostas.
Alzira Maria Theodoro Luiz , de 43 anos, foi morta a tiros em uma propriedade rural de Mutum , no Vale do Rio Doce, enquanto Joice Batiston , de 27, morreu após embarcar em uma corrida de moto por aplicativo em Varginha , no Sul de Minas.
Os casos ocorreram em junho e os inquéritos ainda não foram concluídos.
Questionada pelo Metrópoles , a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) se limitou a informar que as investigações continuam em andamento.
Caso influencer do agro Cento e sete dias após o assassinato da influenciadora Alzira Maria Theodoro Luiz, de 43 anos, os filhos da vítima temem os responsáveis pelo crime e cobram avanços na investigação.
Ela foi morta a tiros em 7 de junho, em uma propriedade rural de Mutum, no Vale do Rio Doce, e ninguém está preso pelo homicídio.
Há cerca de um mês, a então advogada da família, Carina Goiatá, afirmou que a principal preocupação dos parentes era identificar os executores do crime.
Segundo ela, a família suspeitava que o assassinato tivesse sido encomendado e temia pela segurança dos filhos de Alzira.
Carina também informou que um casal era investigado pela Polícia Civil e que um terceiro suspeito chegou a ser detido, mas foi liberado no mesmo dia.
A corporação não havia confirmado publicamente essa linha de investigação nem informado se o autor dos disparos já havia sido identificado.
Em 11 de setembro, Carina Goiatá e Nicole Furtado deixaram a representação da família .
Em nota, elas informaram que “apresentaram a renúncia por motivos de foro íntimo da representação da família de Alzira”.
Leia também Minas Gerais Família teme executores 70 dias após morte de influencer do agro em MG Minas Gerais Morte de influencer do agro: saiba a principal linha de investigação Minas Gerais Advogada diz que filhos de influencer do agro correm “risco iminente” Antes de deixar o caso, Carina também havia relatado dificuldades para acessar todo o conteúdo mencionado em manifestações nos autos e disse que a situação havia sido comunicada à Comissão de Prerrogativas da OAB-MG, que disse que não comentaria o caso.
A família de Alzira acredita que o crime seja um caso de feminicídio .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.