Um mês após turista holandês morrer nas Cataratas do Iguaçu, inquérito sobre acidente não foi concluído
Como é o passeio feito por turista holandês que morreu após barco virar em parque Um mês após o acidente que terminou com a morte do turista holandês Mark Lensink, de 25 anos, nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, a Marinha do Brasil ainda não concluiu o inquérito que deve apontar o que provocou o tombamento da embarcação.
O acidente aconteceu em 28 de julho, durante um passeio privativo da empresa Macuco Safari, que leva turistas de barco até as quedas das Cataratas do Iguaçu.
A bordo estava uma família holandesa, composta por mãe, pai, duas filhas e seus cônjuges, além de piloto e copiloto.
O barco tombou e todos caíram no Rio Iguaçu. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp A Capitania Fluvial do Rio Paraná instaurou um inquérito administrativo para investigar as condições da navegação, a dinâmica do acidente e eventuais responsabilidades.
Segundo a Marinha, peritos ainda realizam análises e diligências.
GIF Vídeo mostra momentos após barco virar nas Cataratas do Iguaçu; turista holandês morreu Reprodução A Polícia Civil também mantém um inquérito aberto para apurar o caso.
A corporação informou que aguarda respostas de ofícios enviados a órgãos e entidades públicas.
As informações devem complementar a investigação.
Segundo a polícia, novos detalhes sobre a apuração devem ser divulgados somente após a conclusão do inquérito.
Em nota, o Macuco Safari, responsável pelo passeio, informou que segue prestando total atenção às vítimas e cumprindo com rigor todas as providências necessárias.
Segundo eles, as operações dos passeios prosseguem regularmente, com os cuidados e protocolos de segurança e navegabilidade redobrados na área.
Leia também: Londrina: Atleta sofre lesão na coluna cervical durante competição de jiu-jitsu Raio: Cão policial se aposenta com câncer, fica deprimido e é colocado de volta ao trabalho 4 dias de busca: Homem que caiu de moto aquática é encontrado O que foi esclarecido A Polícia Científica realizou uma vistoria inicial na embarcação após o acidente.
Na primeira avaliação visual, não foram identificadas avarias aparentes no barco.
O chefe da Polícia Científica, Raul Lessa, explicou que uma análise mais aprofundada sobre possíveis danos na embarcação ficou sob responsabilidade da Marinha.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.