Escudo das Américas de Trump busca mais 'efeito político do que prático', diz especialista em segurança
A ampliação do Escudo das Américas, que passou a reunir 14 países da América Latina e do Caribe, além dos Estados Unidos, na classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, tem um efeito "muito mais simbólico e político do que prático".
Para o especialista em segurança pública Roberto Uchôa, pesquisador da Universidade de Coimbra, a iniciativa expõe interesses geopolíticos e econômicos de Washington na região e alimenta a disputa entre os principais candidatos à presidência no Brasil.
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