Honraria
Pela primeira vez em 10 anos, a apresentação do Bar do Vaz não foi conduzida pelo jornalista Roberto Vaz , que precisou se ausentar para fazer exames.
Coube ao jornalista Marcos Venicios, editor de política do ac24horas , CEO do Ecos da Notícia e apresentador do Boa Conversa, comandar a primeira entrevista da governadora reeleita Mailza Assis ao vivo em quase 50 minutos de muita informação.
Empoderada, a primeira mulher eleita governadora pelo voto direto e popular detalhou os motivos que a levaram a ganhar confiança de quase 273 mil acreanos.
Não é a hora Pelo menos publicamente, a governadora Mailza não se comprometeu, durante o Bar do Vaz, de que já estaria acertada com a reeleição de Nicolau Junior para a Aleac e nem com o prefeito Alysson Bestene para a disputa eleitoral de 2026.
Outro ponto da entrevista da governadora foi afirmar que não prometeu nada a aliados em relação a cargos, mas entende que eles devem ser valorizados, conforme as suas condiçoes da gestão.
O fim do sonho de primavera A derrota de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República não entristeceu apenas o núcleo duro do conservadorismo, mas também deixou alguns aliados políticos em estado de profunda melancolia.
Com uma eventual vitória do candidato, o empresário Jebert Nascimento vislumbrava um horizonte promissor, caso o senador Marcio Bittar fosse alçado à Esplanada dos Ministérios.
Contudo, as urnas falaram, e o sonho do empresário de desfilar pelo tapete azul do Senado Federal terá de aguardar a próxima estação climática da política.
Que fase, hein? Quem também parece enfrentar um trânsito astral um tanto desfavorável é o ex-prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.
Em menos de um ano, o político colecionou três infortúnios eleitorais.
Deixou a prefeitura em abril com os olhos voltados para o Palácio Rio Branco, mas sua votação para o governo do Acre ficou, digamos, aquém do prestígio esperado.
Em paralelo, a tentativa de eleger sua esposa, Kelen Bocalom, também não encontrou a ressonância desejada nas urnas.
A última esperança residia na eleição de seu referencial maior, Flávio Bolsonaro, que acabou superado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.
Definitivamente, este não será o ano que Bocalom escolherá para estampar na capa de seu álbum de boas memórias.
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