O fenômeno global Karol G: fomos a Nova York acompanhar a força da ‘Tropitour’ e descobrir o que vem para o Brasil
Voz, performance, dois palcos, fogo, interação com o público, cor, referência ao Brasil, Colômbia, México, cultura, latinidade.
Karol G esgotou ingressos de dois dias seguidos no MetLife Stadium, em Nova York, reuniu mais de 100 mil fãs neste período para os shows da “ Viajando por el Mundo: Tropitour ” na cidade, e foi fácil entender o motivo quando nós, da Rolling Stone Brasil , chegamos para a primeira destas apresentações.
Mais fácil ainda quando conversamos com a cantora no dia seguinte – entrevista que sai em breve no site e redes.
A colombiana, que já tem um encontro marcado com os brasileiros no dia 12 de fevereiro de 2027, na Mercado Livre Arena Pacaembu, pode até ter um roteiro para seguir – com ordem para as músicas, gestos específicos, deixas para a troca de roupa -, mas ela não parece se prender a nada disso enquanto se diverte no palco que funciona como uma pirâmide e que conta com dois telões gigantescos para que o público possa ver todos os detalhes.
Karol G no Ato 1 da performance em Nova York (Foto: Marina Pastorelli) Um show que já começa em festa Dividido em cinco atos, acompanhados pela troca de roupa da artista, e com pouco mais de 2 horas de duração no total, o show da quinta-feira, 17 de setembro, no MetLife Stadium, começou com as dançantes “ Latina Foreva ”, “ Un Gatito me Llamó ”, “ OKI DOKI ”, o remix do funk brasileiro “ Tá OK ” e “ S91 ”, além de um convite da artista: “Espero por essa noite há três anos, então quero que vocês levem esse estádio abaixo”.
E as 53 mil pessoas daquele dia corresponderam desde os primeiros minutos.
Para o ato seguinte, a festa latina chegou com força.
“ Tropicoqueta ”, “ Papasito ”, “ Ese Hombre es Malo ”.
E com o grupo de mariachis que Karol G faz questão de ter em todos os shows da turnê.
Foi o que ela contou para a Rolling Stone Brasil .
Afinal, referência latina é primordial para a cantora.
Karol G no Ato II do show (Foto: Marina Pastorelli) Uma turnê que muda de cor No terceiro ato, o mais melódico e que incluiu as músicas de seu novo álbum, No Me Arrepiento de Sentir Tanto , o azul toma conta do palco.
Lançado em agosto, o disco entrou no repertório da turnê no meio do caminho e ganhou seu próprio espaço dentro da apresentação.
E que espaço! É também neste momento que “ BbY WOW ”, parceria com Judeline e rusowsky , aparece no palco.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.