Festival de cinema de horror e fantasia em Curitiba terá filmes de 11 países e sessões em necrotério
A capital paranaense se consolida como referência no cinema de horror, ficção científica e fantasia com a chegada do DJANHO! 2026 – Mostra Internacional de Cinema Fantástico de Curitiba. Entre os dias 26 de agosto e 2 de setembro, o evento reúne 52 produções, entre curtas e longas-metragens, oriundos de 11 países. As sessões ocorrem em espaços como o Cine Passeio, SESC Paço da Liberdade, Cinemateca de Curitiba e Museu da Imagem e do Som (MIS-PR), entre outros.
A abertura oficial do evento acontece na quarta-feira, dia 26 de agosto, no Cine Passeio, com a exibição do filme Virtuosas (2026). O longa tem Bruna Linzmeyer no elenco e é dirigido por Cíntia Domit Bittar, que estará presente na sessão. A trama acompanha um retiro de mulheres que se torna uma jornada absurda e perigosa.
Mostras competitivas As mostras competitivas do DJANHO! este ano traçam um panorama do cinema fantástico dentro e fora do Brasil. Por isso, a programação reúne trabalhos de profissionais e estudantes de cinema de países como Estados Unidos, México, Canadá, Alemanha, Espanha, Argentina, Portugal, Colômbia, França e Irã.
“Para nós é uma honra termos tanta produção boa de diferentes partes do mundo contempladas no festival. O público vai ver muita coisa legal, inventiva e assustadora nesta edição”, comenta Paulo Biscaia Filho, diretor do festival.
Entre os destaques brasileiros das mostras competitivas estão o filme amazonense de monstro Jamary, de Begê Muniz; o slasher curitibano Carnaval Sangrento 2, de Renan Cordeiro Kieski; e o horror 13 Almas, do diretor gaúcho Paulo M Nascimento. A seleção completa está disponível no site oficial do evento.
Mostras especiais Um dos pontos altos da programação deste ano são as exibições na sala das gavetas do Antigo Necrotério de Curitiba, localizado no Museu de Ciências Forenses da Polícia Científica. O espaço exibe os clássicos Carrie – A Estranha (1976), de Brian de Palma, e O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986), de Tobe Hooper, além de uma seleção de curtas-metragens sanguinolentos.
Para o público infanto-juvenil, o festival reserva a exibição de Folclórica, do diretor capixaba Rodrigo Aragão. Construída com marionetes, a obra narra a história de um saci que nasce com a perna esquerda e precisa encarar uma jornada de aceitação em uma terra encantada.
O encerramento fica por conta do longa-metragem curitibano Relicário, de Guto Pasko.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.