Coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas: veja como participar
O MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) inicia, nesta segunda-feira (24), a 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas .
A força-tarefa, que ocorre até sexta-feira (28), disponibiliza 334 pontos de coletas em todo o país.
A campanha acontece diante de um cenário em que, somente no primeiro semestre de 2026 , o Brasil registrou mais de 40 mil desaparecimentos de pessoas.
O número representa uma média de 242 sumiços por dia e uma taxa de 40,92 casos a cada 100 mil habitantes.
Uma ferramenta aliada para solucionar casos sem identificação é o cruzamento contínuo de perfis genéticos .
O DNA doado pelos parentes é inserido nos Bancos Etaduais, Distrital e Nacional de Perfis Genéticos , onde é comparado de forma automatizada com dados de pessoas não identificadas.
A comparação ocorre tanto com aquelas encontradas vivas (como pacientes em hospitais sem memória ou abrigo) quanto falecidas de identidade desconhecida.
A tecnologia ganhou reforço com o CNPD (Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas) lançado em agosto de 2024 pelo MJSP.
A plataforma unifica as informações das buscas em todo o Brasil e disponibiliza um painel público com imagens, idade e circunstâncias dos sumiços para facilitar a identificação e o compartilhamento por cidadãos.
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A orientação técnica estabelece uma ordem de preferência de parentes de primeiro grau.
A prioridade é para pai e mãe biológicos, filhos biológicos, e irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe).
Caso os parentes não estejam disponíveis, outros membros da mesma família podem doar após análise da equipe do ponto de coleta.
Crianças e adolescentes também podem realizar a doação, desde que acompanhadas por um responsável legal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.