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Após anúncio de trégua por Trump, Ucrânia relata novos ataques e Rússia não confirma acordo

G1 ·
Após anúncio de trégua por Trump, Ucrânia relata novos ataques e Rússia não confirma acordo

Uma usina de gás foi atingida em Kharkiv Globo/ Reprodução A trégua anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não se concretizou na Ucrânia. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Horas depois de Trump afirmar que Rússia e Ucrânia haviam concordado em suspender ataques contra instalações de energia, uma usina de gás foi atingida em Kharkiv.

Ataques em três regiões diferentes da Ucrânia deixaram pelo menos três mortos e mais de 20 feridos.

Nesta segunda-feira (12), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ironizou o anúncio feito por Trump e afirmou que ficou claro que o presidente russo, Vladimir Putin, não lê a rede social usada pelo americano para fazer comunicados.

Zelensky disse ainda que soube do acordo pela imprensa, mas afirmou aceitar suspender os ataques contra refinarias russas caso Moscou interrompa os bombardeios à infraestrutura ucraniana.

Nos últimos dias, drones ucranianos atingiram três centros de dados da Yandex, empresa conhecida como o “Google russo”.

Os ataques interromperam serviços digitais utilizados por milhões de pessoas.

Zelensky afirmou que os bombardeios reduziram a atividade com conteúdo extremista nas redes sociais ao redor do mundo.

Especialistas, porém, afirmam que a queda no tráfego automatizado não comprova uma redução dos robôs utilizados para disseminar propaganda política.

Enquanto isso, o Kremlin rejeitou a proposta de um cessar-fogo de 60 dias para a realização de eleições na Ucrânia.

O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, não confirmou a chamada trégua energética e limitou-se a afirmar que as negociações continuam.

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que a forma mais rápida de encerrar a guerra é aumentar a pressão sobre a Rússia, e não fazer concessões ao governo de Putin.

A União Europeia aprovou nesta segunda-feira o maior pacote de sanções contra a Rússia desde o início da guerra, incluindo quase 1.600 novos alvos.

A maior parte das medidas atinge pessoas e empresas ligadas ao complexo industrial militar russo, numa tentativa de dificultar a produção de armamentos utilizados no conflito.

A decisão contrasta com a medida adotada por Donald Trump na semana passada, quando suspendeu temporariamente sanções sobre o diesel russo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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