Supervisor do Bolsa Família exonerado por suspeita de estupro teria visto adolescente antes do crime, diz família; polícia descarta premeditação
Exonerado em Parnaíba: ex-servidor teria tido contato anterior com familiares da vítima O ex-servidor da Prefeitura de Parnaíba Savio Wallysson Mendes, exonerado após ser denunciado por estupro contra uma adolescente de 16 anos durante uma visita de trabalho, teria visto a vítima antes do crime, segundo familiares dela.
A denúncia é investigada pela Polícia Civil do Piauí.
O g1 tenta localizar a defesa do suspeito. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Em entrevista à TV Clube, uma familiar, que preferiu não ser identificada, relatou que a vítima teve um parto recentemente e que suspeita ter visto o ex-servidor nos corredores do hospital.
"Eu vi ele lá.
Quando ela teve o bebê de cesariana, ele estava no corredor onde ela estava esperando.
Não sei se era enfermeiro ou acompanhante de alguém" afirmou.
Segundo o delegado Ayslan Magalhães, apesar do relato, a Polícia Civil não trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido premeditado.
O delegado ressaltou que o caso está sob segredo de Justiça, e portanto novas informações devem ser divulgadas com a conclusão da investigação.
LEIA TAMBÉM: Supervisor do Bolsa Família é exonerado por suspeita de estuprar adolescente Exonerado por suspeita de estupro tentou agarrar adolescente em quarto durante visita Agora no g1 Savio trabalhava como supervisor de cadastro do Bolsa Família na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania.
Em nota, a Prefeitura de Parnaíba afirmou que "não compactua com qualquer forma de violência, especialmente quando envolve pessoas em situação de vulnerabilidade".
Leia a nota na íntegra.
O caso O servidor foi denunciado na quarta-feira (16), por supostamente estuprar a adolescente durante uma visita de trabalho.
Em entrevista à TV Clube, a responsável pela adolescente relatou que as duas estavam em casa quando dois homens chegaram ao imóvel.
Um deles teria se apresentado como integrante do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), utilizava identificação funcional e solicitou documentos às moradoras.
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