segunda-feira, 31 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
VÍDEO: Carro capota e atinge poste em grave acidente no Rally do Paraguai Heide e Monteiro superam a estreia no challenger do Porto Palmeiras vê nova interferência do STJD em possível punição a Abel Ferreira Corinthians condena ataque a garoto por camisa de Neymar: 'Limites não podem ser ultrapassados' Valentina Shevchenko x Natália Silva é promovida à luta principal do UFC 332 Mauro Cezar: Após ponta equatoriano, Flamengo contrata argentino para ser 9 F1: Como Vasseur tem desafiado a Ferrari a assumir mais riscos Ex-presidente é condenado a ressarcir Santos por despesas pessoais Messi oficializa aposentadoria da seleção argentina: 'Não tenho mais nada a dar' Kenin destaca controle dos nervos nos momentos cruciais da partida VÍDEO: Carro capota e atinge poste em grave acidente no Rally do Paraguai Heide e Monteiro superam a estreia no challenger do Porto Palmeiras vê nova interferência do STJD em possível punição a Abel Ferreira Corinthians condena ataque a garoto por camisa de Neymar: 'Limites não podem ser ultrapassados' Valentina Shevchenko x Natália Silva é promovida à luta principal do UFC 332 Mauro Cezar: Após ponta equatoriano, Flamengo contrata argentino para ser 9 F1: Como Vasseur tem desafiado a Ferrari a assumir mais riscos Ex-presidente é condenado a ressarcir Santos por despesas pessoais Messi oficializa aposentadoria da seleção argentina: 'Não tenho mais nada a dar' Kenin destaca controle dos nervos nos momentos cruciais da partida
Mundo

A CIA visitou Moscou para tomar o chá das cinco

Opera Mundi ·
A CIA visitou Moscou para tomar o chá das cinco

Na recente visita do diretor da CIA a Moscou, a inefável inteligência externa americana foi, como costuma ser, um marco. A última visita desse naipe antecedeu a Operação Z, a operação militar da Rússia na Ucrânia. A natureza desse evento é um rito de troca de informações entre Rússia e Estados Unidos, quando estão prestes a atritar, ainda que indiretamente, embora precisem de uma linha de comunicação para evitar uma escalada nuclear.

Parte da literatura russa passa por episódios curiosos em que o demônio aparece como metáfora ou alegoria mais direta, seja em Dostoiévski quanto em Bulgakov, mas sua presença é de um visitante ou uma visitação que perturba. No longínquo ano 2000, Tony Blair acompanhou Vladimir Putin na ópera para ajudar o russo na sua primeira campanha presidencial – eram tempos de lua de mel entre ocidentais e Putin.

A relação entre britânicos e Putin, inicialmente visto como uma arma contra o comunismo, somente azedou quando sua presidência se colocou contra a empreitada conjunta de Londres e Washington no Iraque – a famosa, e aparentemente esquecida guerra, forjada sob tantas e risíveis mentiras, para estabelecer de vez o controle anglo-americano sobre o Oriente Médio – o que é bem irônico pensando na conjuntura atual.

Se poucos andam lembrando da Guerra do Iraque, menos ainda talvez recordem que a Ucrânia apoiou os Estados Unidos e o Reino Unido naquela aventura, enviando alguns milhares de soldados, dos quais algumas dezenas foram mortos ou feridos. Era tempos de um governo muitas vezes considerado pró-russo em Kiev, sob o comando de Leonid Kuchma. Mas agora, vamos à escalada que está na ordem do dia.

É possível dizer que a Ucrânia se trata do primeiro conflito do século XXI, contanto que pensemos em termos estritamente bélicos: o uso de drones no campo de batalha gerou o maior giro desde a introdução do avião de combate e das metralhadoras portáteis. A dinâmica das infantarias e do deslocamento na guerra ganhou outra conotação.

Isso era parte da arapuca que a Otan preparou entre 2014 e 2022 na Ucrânia, e para a qual os russos não estavam devidamente preparados: suas marchas de tanques foram instrumentos poderosos de pressão política no pós-guerra, fazendo desmanchar governos incômodos. Por outro lado, Washington contava com um país pouco capaz de resistir a sanções estrangeiras, como a finada União Soviética.

Nem uma coisa, nem outra. Os russos não puseram abaixo o governo Zelensky ou lhe fizeram recuar sobre o ingresso do seu país na Otan – na verdade, o contrário disso; tratou-se sempre da entrada do bloco militar na margem norte do mar Negro. Por outro lado, a Rússia não foi devastada por uma crise econômica que poria o longevo Putin para fora do Kremlin.

Aliados europeus da administração Biden foram postos a se sacrificar, vendo o preço da energia disparar e a popularidade cair. Mas se os liberais da Europa foram enfiados no conflito, por outro lado, eles tomaram gosto por ele, uma vez que uma economia de guerra foi forjada e Donald Trump dava um giro de 180 graus sobre o assunto ucraniano, uma vez retornado à Casa Branca.

Mais do que Putin, o adversário a partir de 2025 passou a ser Trump.

Ler a notícia completa no Opera Mundi ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em operamundi.uol.com.br — o conteúdo pertence a Opera Mundi.

Mais de Opera Mundi

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›