Sob novas regras, Pinda detalha estratégia para chegar em Los Angeles
Nos últimos ciclos olímpicos, a canoagem velocidade se consolidou como um dos esportes de maior destaque e rendimento para o Brasil, com um histórico recente de medalhas que colocou o país no mapa global da modalidade.
Agora, a corrida para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 já começou, e a comissão técnica de Lauro Pinda precisou adaptar o planejamento diante de um novo cenário de classificação. + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Fazem parte do programa a canoa individual, chamada de C1, e as em dupla, o C2, nos dois naipes.
Além do caiaque individual (K1), duplas (K2) e de quatro remadores (K4).
Pinda no Pan-Americano de Canoagem de Velocidade.
Foto: reprodução/CBCa A nova corrida olímpica e a estratégia Para o ciclo de LA 2028, o sistema de classificação sofreu alterações.
Em entrevista exclusiva ao Olimpíada Todo Dia, o treinador da seleção brasileira, Lauro Souza Junior, o Pinda, explicou que o foco atual é garantir segurança logo no início para gerenciar o desgaste no futuro.
O novo formato da corrida olímpica da canoagem baseia-se em um ranking acumulativo.
Para garantir a vaga, os países precisam somar os oito melhores resultados obtidos ao longo do ciclo, até o final de 2027.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.