Ataques EUA Irã: forças americanas atingem alvos em Ormuz
Forças dos Estados Unidos iniciam nesta terça-feira, 1º de setembro, ataques contra alvos ligados ao Corpo da Guarda Revolucionária do Irã no Estreito de Ormuz.
A ação, informada pelo Comando Central dos EUA (Centcom), ocorre em resposta a recentes tentativas de agressão atribuídas a Teerã contra embarcações comerciais e militares americanas na região.
Os ataques EUA Irã miram o Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana no Estreito de Ormuz.
A ofensiva americana é justificada como resposta a supostas agressões iranianas e busca conter a reconstrução de capacidades militares de Teerã.
A escalada das tensões gerou impacto imediato nos mercados globais, elevando o preço do petróleo e derrubando índices acionários.
Washington justifica a operação como uma resposta direta às recentes tentativas de agressão atribuídas a Teerã contra navios comerciais e militares americanos na estratégica região.
A ofensiva faz parte de um plano que o governo de Donald Trump vinha avaliando para impedir que o Irã reconstruísse suas capacidades de radar e mísseis, que poderiam ameaçar a navegação internacional.
Além disso, um funcionário americano revelou ao site Axios que o objetivo principal de Washington é reduzir o risco de futuros ataques iranianos contra petroleiros, embarcações da Marinha dos EUA e aeronaves da Força Aérea.
Concomitantemente, explosões foram reportadas na região de Bandar Abbas e na ilha de Qeshm, localizadas no sul do Irã.
Autoridades iranianas, contudo, afirmaram que não houve registro de feridos até o momento.
Quais as repercussões nos mercados e no cenário político? A escalada das tensões geopolíticas imediatamente reverberou nos mercados financeiros globais.
O preço do petróleo em Nova York registrou uma alta de 4,54%, aproximando-se de US$ 90 por barril, enquanto os principais índices de ações, como Dow Jones, Nasdaq e S&P 500, operavam em baixa.
A ação militar americana ocorre um dia após o Irã anunciar retaliação contra alvos militares dos EUA na Jordânia.
Essa declaração iraniana sucedeu ataques dos Estados Unidos contra lançadores de foguetes iranianos, levando o então presidente Trump a prometer uma resposta forte a qualquer agressão vinda de Teerã. (Da IstoÉ com Agência ANSA)
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