'Open to love': por que tem gente usando o LinkedIn para flertar? Veja riscos de paquerar por lá
O LinkedIn permite que você encontre ótimos profissionais remotamente. adobe stock Em meio à saturação dos aplicativos de relacionamento, alguns usuários do LinkedIn, rede social voltada ao mercado de trabalho, passaram a arriscar um flerte ou até buscar um relacionamento por meio da plataforma.
Uma pesquisa com mais de 1 mil trabalhadores dos Estados Unidos, realizada pela Zety para o "Relatório de Romance do LinkedIn", mostra que o tema divide opiniões. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Enquanto 74% dos entrevistados consideram que paquerar na plataforma ultrapassa os limites profissionais, cerca de um em cada quatro considera aceitável usar a rede para buscar relacionamentos amorosos.
O tabu é tão grande que o g1 passou semanas procurando alguém que aceitasse falar abertamente sobre o tema.
Ninguém quis se identificar nesta reportagem por medo de represálias no trabalho ou de que o depoimento pudesse trazer consequências para a carreira no futuro.
Agora no g1 João*, que prefere não ser identificado, conheceu o ex-namorado após receber uma solicitação de conexão acompanhada de uma mensagem.
No início, a conversa era estritamente profissional, já que os dois atuavam em áreas semelhantes.
Mas ele conta que se sentiu atraído logo de cara ao ver a foto do rapaz.
Aos poucos, surgiram sinais de interesse.
João visitou o perfil do rapaz e curtiu vários posts em sequência, principalmente os mais antigos.
Depois, percebeu que o rapaz havia feito o mesmo em seu perfil.
"Era uma abordagem corajosa, mas, ao mesmo tempo, discreta.
Poderia facilmente ter passado por uma conversa profissional, mas havia sempre alguma coisa nas entrelinhas", afirma.
A aproximação ganhou outro rumo quando as conversas migraram para o Instagram.
Cerca de duas semanas depois, eles marcaram um encontro e começaram a namorar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.