Haddad cobra investigação sobre contratos de ônibus da capital e critica privatização da CPTM: 'desorganizada' e 'selvagem'
Haddad cobra investigação sobre contratos de ônibus e critica privatização da CPTM O candidato ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad (PT), cumpriu agenda em Jundiaí (SP) nesta quinta-feira (17) e cobrou, durante coletiva de imprensa, uma investigação sobre contratos de ônibus na capital, além de criticar a privatização da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Assista acima.
O candidato participou de uma caminhada pela Rua Barão de Jundiaí, no Centro, e atendeu a imprensa antes de partir para o compromisso seguinte, em Francisco Morato (SP). 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Ao ser questionado sobre transporte público envolvendo a CPTM, ele afirmou que a companhia "passou por uma privatização desorganizada" e "muito selvagem".
Candidato ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad (PT), cumpriu agenda em Jundiaí (SP) nesta quinta-feira (17) e cobrou, durante coletiva de imprensa, uma investigação sobre contratos de ônibus e criticou a privatização da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) Luis Carlos Xiru/TV TEM "As linhas foram sendo privatizadas e a qualidade caiu, com 27% de falhas a mais do que antes da privatização.
E uma série de serviços que foram cortados.
Eu vou rever três contratos de privatização: os trilhos, o Free Flow e a Sabesp.
São as três coisas que, em janeiro eu vou vou botar na minha mesa para entender por que que as queixas estão aumentando tanto, por que que as falhas estão aumentando tanto e por que o serviço está piorando tanto", também afirmou.
Em meio às suspeitas de influência do crime organizado em contratos da Prefeitura de São Paulo, relacionados especialmente às ligações do Primeiro Comando da Capital (PCC) com o setor de transportes e o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), o prefeito da capital entre 2013 e 2016 destacou a gravidade da situação e defendeu investigação rigorosa.
“Esses escândalos envolvendo contratos da Prefeitura tem que ser todos apurados. (...) Você tem agora a concessão de transporte urbano em São Paulo com evidências claras, pelas notícias de hoje, de que o crime organizado tomou (conta).
Se a memória não me falha, e estou falando de uma coisa de 10 anos atrás, depois que eu deixei a Prefeitura foram fechados os contratos de concessão e me chamou atenção que só tinha um proponente por lote.
É uma coisa muito incomum.
Então, a possibilidade de ter havido conluio naquela licitação é muito grande.
Você tem que verificar o que aconteceu desde o nascedouro, desde que a licitação foi feita".
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