terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Ciência

Brasileiros respiram mal, mas não sabem possíveis origens dos sintomas, diz pesquisa

Galileu ·
Brasileiros respiram mal, mas não sabem possíveis origens dos sintomas, diz pesquisa

Tosse, falta de ar, nariz entupido e outros desconfortos respiratórios fizeram parte da rotina de 92% dos brasileiros nos últimos 12 meses.

O dado é de uma pesquisa realizada pelo Datafolha, em parceria com a biofarmacêutica GSK, que ouviu cerca de 2 mil pessoas com 16 ou mais em 137 municípios de todas as regiões do país.

O levantamento, porém, encontrou um contraste: embora os sintomas sejam frequentes, doenças que podem estar relacionadas a eles ainda são pouco conhecidas.

Um dos principais problemas apontados pelo levantamento é a tendência de considerar determinados sintomas como parte normal da vida.

Para 62% dos entrevistados, tosse ou falta de ar só precisam ser avaliados por um médico quando começam a atrapalhar as atividades do dia a dia.

Outros 57% concordam que é normal sentir falta de ar conforme a pessoa envelhece.

A mesma porcentagem de pessoas considera a tosse frequente um efeito normal do tabagismo.

Além da etapa com a população geral, o estudo ouviu 213 pacientes diagnosticados com asma, DPOC ou polipose nasal nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.

Essa segunda amostra foi intencional e, portanto, seus resultados não podem ser generalizados para todos os pacientes brasileiros.

Quando os sintomas viram parte da rotina Mas o que está por trás, afinal, da dificuldade para respirar? A idade não deveria ser uma justificativa por trás disso.

“Não é normal ter falta de ar quando você envelhece”, afirmou o pneumologista José Eduardo Delfini Cançado, professor de Pneumologia da Santa Casa de São Paulo, durante evento da biofarmacêutica GSK, que aconteceu na última terça-feira (25) em São Paulo (SP), em que os resultados foram apresentados.

Segundo o especialista, embora a capacidade pulmonar diminua naturalmente com o envelhecimento, isso não significa que uma falta de ar persistente deva ser simplesmente atribuída à idade.

José Eduardo Delfini Cançado, médico pneumologista, durante evento em São Paulo Sarah Macedo Quando os sintomas aparecem, a busca por ajuda também pode demorar.

Entre os brasileiros que relataram algum sintoma respiratório, 27% disseram que costumam usar medicamentos por conta própria e outros 23% preferem esperar para ver se o problema melhora sozinho.

Ler a notícia completa no Galileu ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

Mais de Galileu

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›