Clima de tensão toma conta de reunião no STF sobre empréstimo ao BRB
O clima de tensão tomou conta de reunião realizada na tarde desta quinta-feira (13/8), no Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar de empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ao Banco de Brasília (BRB) .
No meio das explicações na audiência de conciliação, o ministro Luiz Fux precisou intervir durante fala do presidente do Banco de Brasília, Nelson Antônio de Souza.
O encontro terminou sem definição.
O gestor tentou rebater informações do FGC com tom mais ríspido e Fux fez um alerta.
“ Nós estamos aqui para trazer mensagens positivas.
Então, vamos evitar qualquer tipo de confronto, porque isto é uma audiência de mediação “, afirmou Fux.
O GDF afirmou que houve inércia de atuação federal, dois meses após Luiz Fux homologar acordo que previa fiança de bancos e contragarantia do GDF com as cotas dos fundos de participação dos estados e dos municípios.
Em documento encaminhado ao ministro, o GDF disse que o FGC não fez nenhuma sinalização.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebateu.
Disse que o BRB enfrenta um grave problema “de origem criminosa”, gerado pelo GDF com o BRB e que “tem que ser tratado pelos responsáveis” .
Durigan negou haver inércia por parte do ministério, pontuando proatividade desde o início.
Capag Durigan rebateu informação do Governo do Distrito Federal de que houve melhora das contas públicas locais e alcançou índice A na capacidade de pagamento (Capag).
Segundo o ministro da Fazenda, a Capag “piorou”.
“Existe regra de capacidade de pagamento que vale para todos os estados e municípios.
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