Aos 74 anos, aposentada faz questão de votar em Porto Velho: ‘Na hora do voto, somos todos iguais’
Assista: g1 reúne os principais fatos do 2º turno das eleições em RO Aos 74 anos, a aposentada federal Alzerina Plácida faz questão de ir às urnas em Porto Velho, mesmo sem ser obrigada a votar.
Para ela, escolher os representantes é uma forma de exercer a cidadania e lembrar que, na hora do voto, todos têm o mesmo direito.
"Tem que ter o voto da filha, do neto, da família inteira.
Não importa se é pobre, preto ou branco; na hora do voto, somos todos iguais", destacou Dona Alzerina. 🔎 No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas entre 18 e 70 anos.
A partir dos 70, o eleitor pode decidir se quer votar, sem sofrer penalidades caso não compareça às urnas.
Moradora do Bairro Novo, em Porto Velho, Alzerina precisa ir até o centro da cidade para votar.
A distância não a impede de participar das eleições.
Ela conta que, antigamente, chegava a fazer o caminho a pé.
"Sempre fui a pé, feliz da vida que eu ia votar no meu candidato.
Graças a Deus, estou com saúde e vamos", contou.
Alessandra Plácida e a mãe Alzerina Plácida, de 74 anos Mateus Santos/g1 RO Exemplo para a família e os jovens Neste domingo de eleição, Alzerina foi acompanhada da filha, a pedagoga Alessandra Plácida, com quem mora.
Alessandra levou a mãe de carro até o local de votação.
"Nesta eleição ela falou que queria exercer a cidadania: 'Minha filha, vamos lá, eu quero votar e contribuir para a melhoria do nosso país'.
Eu a trago com o maior prazer, porque isso faz sentido para ela", contou a filha.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rondônia.