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Mulheres são mais inteligentes emocionalmente que homens? Estudo revela diferenças

G1 ·
Mulheres são mais inteligentes emocionalmente que homens? Estudo revela diferenças

Apesar de os dados indicarem uma superioridade feminina em inteligência emocional, eles também mostram que é uma habilidade moldada pela prática, que também faz dela um potencial inexplorado pelos homens.

PeopleImages/Shutterstock Quem vem à sua mente quando você pensa em alguém emocionalmente inteligente? Alguém capaz de perceber o clima de um ambiente, acalmar uma discussão e que sabe exatamente o que dizer quando um amigo está passando por dificuldades? Para muitas pessoas, essa pessoa é uma mulher.

Essa crença é tão difundida que a psicologia popular a trata como um fato.

Decidimos assim colocar essa suposição à prova.

Nosso novo estudo analisou quase três décadas de pesquisas, de 1995 a 2023, em 76 países e com mais de 600 mil pessoas.

Queríamos responder a uma pergunta simples: as mulheres são realmente mais inteligentes emocionalmente do que os homens? A resposta principal é sim: em média, as mulheres obtêm pontuação mais alta de inteligência emocional que os homens.

Mas a descoberta mais útil é o tipo de inteligência emocional em que as mulheres parecem se destacar e o que isso pode custar às pessoas que a possuem.

Inteligência emocional é a capacidade de reconhecer, compreender e regular as emoções em si mesmo e nos outros.

Ao analisarmos cada elemento da inteligência emocional, verificamos que a vantagem feminina se concentrava na parte da equação relacionada aos “sentimentos dos outros”.

Siga o canal do g1 Bem-Estar no WhatsApp Agora no g1 Isso significa reconhecer o que outra pessoa está sentindo, compreender o motivo e ajudá-la a lidar com isso.

Uma criança tem uma crise de choro, um colega fica em silêncio depois que sua ideia é rejeitada em uma reunião, uma negociação fica tensa.

Muitos homens também são excelentes nisso, e muitas mulheres não são.

Nosso estudo traz médias calculadas a partir de centenas de milhares de pessoas, não previsões sobre qualquer pessoa específica na sala.

Mas essa diferença se deve simplesmente à biologia? Não podemos descartar totalmente os fatores biológicos ou hormonais.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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