Homem preso por estuprar criança em praia é torturado na cadeia e morre em SP
Homem leva garoto para debaixo de deck e testemunha impede estupro O homem preso suspeito de estuprar um menino após levá-lo para debaixo de um deck em uma praia no Guarujá, no litoral de São Paulo, morreu depois de passar dias internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Joselito Vitor dos Santos havia dado entrada em uma unidade prisional da capital paulista com queimaduras pelo corpo, segundo registro policial obtido pelo g1.
O suspeito era amigo da família da criança e havia sido preso em flagrante em 30 de agosto.
O caso ganhou repercussão depois que uma testemunha filmou o homem com o garoto na região do deck da praia.
Segundo as informações obtidas pela reportagem, Joselito também teria sido vítima de violência sexual enquanto estava preso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
O registro sobre a morte, obtido pelo g1, confirma que Joselito apresentava graves queimaduras quando chegou ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros I, em São Paulo.
De acordo com o documento, ele deu entrada na unidade em 9 de setembro.
Ele foi transferido após ter permanecido preso desde o flagrante em Guarujá, onde teria sido alvo de violência de outros detentos.
Três dias depois, em 12 de setembro, Joselito passou mal dentro do presídio.
Ele foi levado inicialmente para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro da Lapa e, posteriormente, transferido para a UTI do Hospital Geral Vila Penteado.
O homem permaneceu internado sob escolta durante sete dias.
Homem leva garoto para debaixo de viaduto e testemunha impede estupro em Guarujá, SP Reprodução/Redes Sociais Sepse e choque séptico Ainda conforme o registro policial, o quadro de saúde do preso se agravou.
Ele apresentou disfunção renal e sepse de foco cutâneo — uma resposta grave do organismo a uma infecção que, neste caso, tinha origem na pele.
O quadro evoluiu para choque séptico refratário e Joselito morreu no hospital.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.