Região de Campinas tem alerta para temporais com risco de granizo e ventos de até 100 km/h; semana deve ser de chuva forte
Tempo nublado em Campinas (SP) Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas As cidades da região de Campinas devem enfrentar uma semana marcada por temporais, com risco de chuva intensa, granizo, raios e fortes rajadas de vento.
Segundo o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), da Unicamp, os episódios de chuva torrencial devem durar até o fim da semana.
A instabilidade deve se agravar na terça-feira (13).
O Cepagri informou que as tempestades podem atingir maior severidade, com aumento das chances de chuva torrencial, raios, rajadas intensas de vento e granizo.
As temperaturas podem variar entre 18°C e 30°C.
Já na quarta-feira (14), a tendência é de céu nublado e possibilidade de chuva.
Segundo o centro, os maiores acumulados da semana podem ocorrer entre quarta e sexta-feira, período em que as precipitações devem se tornar mais frequentes e volumosas.
Temporal de 73 milímetros em meia hora causa estragos em Paulínia Chuva provoca alagamentos em vias e imóveis na região de Campinas Volume expressivo de chuva causou transtornos na região de Campinas Inmet emite alertas para Campinas O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas que incluem Campinas: Alerta amarelo: válido para terça-feira (13), indica perigo potencial para tempestades.
O aviso prevê chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos entre 40 km/h e 60 km/h e possibilidade de granizo.
Alerta laranja: classificado como perigo, entra em vigor na quarta-feira (14).
A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia, além de ventos entre 60 km/h e 100 km/h e queda de granizo.
O Inmet alerta para risco de corte no fornecimento de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos e danos em áreas rurais.
O que explica a mudança no tempo? Imagem de satélite para o começo da manhã desta segunda-feira (12), na região de Campinas.
Reprodução/Cepagri Segundo o Cepagri, a atuação de uma frente fria estacionária entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, associada à elevada disponibilidade de umidade e ao padrão de circulação atmosférica em altitude, favorece a formação de nuvens de tempestade em diversas regiões paulistas.
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