segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› F1 - Norris se desculpa à McLaren por acidente com Piastri na sprint: "Tenho que pensar na equipe mais do que em mim"› Samir: 'Seedorf receberá R$ 1,7 mi no Corinthians, salário maior que Diniz'› NASCAR O'Reilly: Corey Day ultrapassa rivais em disputa de três carros lado a lado e vence em Charlotte› Alcaraz reclama das bolas e Bergs rebate: ?São as mesmas de Tóquio?› Flamengo: Danilo passa por cirurgia após fraturas na mandíbula› F1: Verstappen revela 'trunfo' de desenvolvimento da Red Bull para 2027› Corinthians faz Brasileirão pior após 30 rodadas do que no ano do rebaixamento› Chinesa surpreende Eala na estreia e encara Fernandez na próxima fase› NASCAR Cup: Briscoe supera Bell por apenas 0s029 e triunfa em Charlotte› Ex-presidente do Barça critica Messi por 'condição' para adeus no Camp Nou› F1 - Norris se desculpa à McLaren por acidente com Piastri na sprint: "Tenho que pensar na equipe mais do que em mim"› Samir: 'Seedorf receberá R$ 1,7 mi no Corinthians, salário maior que Diniz'› NASCAR O'Reilly: Corey Day ultrapassa rivais em disputa de três carros lado a lado e vence em Charlotte› Alcaraz reclama das bolas e Bergs rebate: ?São as mesmas de Tóquio?› Flamengo: Danilo passa por cirurgia após fraturas na mandíbula› F1: Verstappen revela 'trunfo' de desenvolvimento da Red Bull para 2027› Corinthians faz Brasileirão pior após 30 rodadas do que no ano do rebaixamento› Chinesa surpreende Eala na estreia e encara Fernandez na próxima fase› NASCAR Cup: Briscoe supera Bell por apenas 0s029 e triunfa em Charlotte› Ex-presidente do Barça critica Messi por 'condição' para adeus no Camp Nou
Mundo

Declaração apoiada por 60 países condena cobrança de pedágio em rotas marítimas

G1 Mundo ·
Declaração apoiada por 60 países condena cobrança de pedágio em rotas marítimas

Após troca de ataques a petroleiros, Irã anuncia 'área restrita' no Estreito de Ormuz Sessenta países apoiaram, nesta segunda-feira (12), uma declaração comprometendo-se a trabalhar para preservar a liberdade de navegação e opondo-se à introdução de pedágios em estreitos utilizados para navegação internacional. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O documento foi assinado por países que são membros da União Europeia, Austrália, Japão e Reino Unido, por exemplo.

"Apoiamos as iniciativas multilaterais defensivas e não escalatórias em curso, destinadas a preservar a liberdade de navegação.

Nós nos opomos a quaisquer medidas, incluindo a imposição de taxas ilegais, pedágios, restrições discriminatórias, exigências de autorização prévia ou outras condições que possam dificultar ou prejudicar a navegação legal em estreitos utilizados para navegação internacional", diz a declaração.

Desde o começo da guerra entre EUA e Irã, a cobrança de tarifas para navegação pelo Estreito de Ormuz vem sendo especulada.

A primeira notícia sobre um possível pedágio saiu ainda em abril, um mês depois do início do conflito.

Em julho, ao anunciar um bloqueio militar aos portos iranianos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a dizer que Washington passaria a cobrar 20% sobre a carga de todas as embarcações que passassem pela região, mas recuou apenas um dia depois.

Em julho, o governo iraniano e Omã iniciaram discussões para uma gestão compartilhada da rota marítima, por onde passam 20% de todas exportações de petróleo mundiais.

Explosão de petroleiro no Estreito de Ormuz Embarcações perto de Ormuz.

Reuters A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste sábado (10) que um petroleiro explodiu e pegou fogo após atingir uma mina naval enquanto atravessava o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

A informação foi divulgada pela imprensa estatal iraniana.

Os militares não informaram o nome, a bandeira ou a origem da embarcação.

Também não foram divulgados detalhes sobre possíveis vítimas ou a extensão dos danos.

Até o momento, não há confirmação independente das circunstâncias da explosão.

O episódio ocorre em meio ao aumento dos ataques contra navios comerciais na região, que se tornou um dos principais focos de tensão desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro.

Ler a notícia completa no G1 Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

Mais de G1 Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›