Lacrosse brasileiro mantém seleção nos EUA e busca patrocinador para fomentar base
Entre os esportes que estrearão nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 , o lacrosse tem a missão mais difícil no Brasil.
Com uma confederação recém-criada, o esporte mantém as seleções masculina e feminina nos Estados Unidos, enquanto trabalha em busca de desenvolver bases no país.
Registrada formalmente em maio de 2023, a entidade recebeu, poucos meses depois, a missão de comandar o desenvolvimento do lacrosse no Brasil depois do esporte entrar nas Olimpíadas.
Em entrevista à Máquina do Esporte durante a COB Expo 2026, Celso Shiguetoshi, vice-presidente da Confederação Brasileira de Lacrosse (CBL), abordou as dificuldades vividas pela entidade.
“Nossa confederação começou antes das federações e antes dos clubes.
É totalmente nova, e já entramos tendo que ter tudo que as outras confederações tinham que ter”, disse.
LEIA MAIS: CBFA dobra faturamento, profissionaliza gestão e busca espaço próprio para futebol americano e flag football Os desafios começam por necessidades básicas, como ter seleções masculina e feminina.
Sem atletas de alto desempenho no Brasil, a CBL recorre a filhos e netos de brasileiros que migraram para os Estados Unidos.
“Não temos uma seleção que mora aqui, eles moram basicamente todos os Estados Unidos.
Aqui temos algumas iniciativas esporádicas, regionais.
Aqui em São Paulo temos um grupo que nos apoia, no Rio também.
Somos também a única confederação sediada no norte do país, que é em Santarém”, pontuou o vice-presidente.
Entre os projetos ativos relacionados com a CBL, está o Choque Lacrosse São Paulo, primeiro clube brasileiro dedicado à modalidade.
A iniciativa atende jogadores de todos os níveis, masculino e feminino.
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