Flávio Bolsonaro comemora decisão de Moraes e deve visitar o pai nesta terça (13)
O candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) comemorou nesta segunda-feira, 12, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizando a retomada das visitas ao pai, Jair Bolsonaro, que estavam proibidas desde julho.
Flávio foi proibido de ver seu pai, que cumpre prisão domiciliar, após ter vazado uma carta de cunho político escrita por Jair Bolsonaro.
A conduta do senador foi interpretada como uma manobra para burlar a proibição de que o ex-presidente se manifestasse em eventos com caráter político-eleitorais.
Na decisão, Moraes colocou que a retomada das visitas deverá ocorrer “nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriormente fixados, estando vedada a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”.
“Fiquei muito feliz que no dia de Nossa Senhora Aparecida é o dia em que eu estou novamente autorizado a visitar meu pai, vítima de uma injustiça”, disse Flávio a jornalistas após participar de missa na Catedral de Brasília.
“Pela decisão dele Moraes voltam as visitas regulares, não apenas como advogado, mas também como filho”, destacou.
Flávio disse que deverá visitar o pai nesta terça-feira, 13, pela manhã, em horário ainda não definido.
Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados à trama golpista.de prisão por tentativa de golpe de Estado.
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S.
Aparecida Flávio senta na primeira fileira, à direita do padre Agenor Vieira, Pároco da Catedral, que o citou nominalmente na abertura da celebração Questionado se irá tratar da campanha eleitoral com o pai e pedir conselhos, o senador afirmou que tinha que tomar cuidado com a resposta, “porque qualquer coisa é usada contra ele”.
“Vou conversar com ele na qualidade de filho”, disse.
E prosseguiu: “Estou ansioso.
São mais de três meses sem poder vê-lo, por uma decisão, obviamente, sem critério nenhum, sem nenhuma humanidade, sem nenhum amparo legal, na minha avaliação, apenas com o intuito de tentar separar um líder político de quem está concorrendo à Presidência da República; para separar o pai de um filho, que acho que é o mais grave”.
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