quinta-feira, 22 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› VÍDEOS: JL1 de quinta-feira, 22 de outubro de 2026› Bahia Beer Festival terá shows gratuitos de Solange Almeida e Xanddy Harmonia em Alagoinhas› Vento derruba árvore em cima de van escolar em Uberlândia› Polícia Civil abre inquérito para investigar vereador e agente da PF que aparece em vídeo imobilizando companheira com violência em Marília› Como o Paraná votou para presidente no primeiro turno de 2026› Uso no SUS, serviço público: quais as propostas de Lula e Flávio para IA› IPO da Anthropic concentra interesse de investidores no mercado de IA› Apple começa a adaptar aplicativos para tela do iPhone dobrável› Rhode Island processa Meta por suposta tolerância a anúncios fraudulentos› Segurança de ferro: conheça o robô humanoide guarda-costas que luta kung fu› VÍDEOS: JL1 de quinta-feira, 22 de outubro de 2026› Bahia Beer Festival terá shows gratuitos de Solange Almeida e Xanddy Harmonia em Alagoinhas› Vento derruba árvore em cima de van escolar em Uberlândia› Polícia Civil abre inquérito para investigar vereador e agente da PF que aparece em vídeo imobilizando companheira com violência em Marília› Como o Paraná votou para presidente no primeiro turno de 2026› Uso no SUS, serviço público: quais as propostas de Lula e Flávio para IA› IPO da Anthropic concentra interesse de investidores no mercado de IA› Apple começa a adaptar aplicativos para tela do iPhone dobrável› Rhode Island processa Meta por suposta tolerância a anúncios fraudulentos› Segurança de ferro: conheça o robô humanoide guarda-costas que luta kung fu
Economia

A vez da borbulha brasileira: entre Prosecco e Champagne, espumante nacional vive auge – e novos desafios

Seu Dinheiro ·
A vez da borbulha brasileira: entre Prosecco e Champagne, espumante nacional vive auge – e novos desafios

De cada dez garrafas de vinho fino vendidas no Brasil, só uma é nacional.

No espumante , o placar vira: 83% das borbulhas consumidas no país saem de vinícolas brasileiras, de acordo com dados da consultoria Ideal.BI .

É o único segmento além do vinho de mesa em que o produtor local ganha do importado dentro de casa.

Agora esse domínio entra em teste.

Desde maio, o acordo Mercosul-União Europeia zerou o imposto de importação de espumantes europeus de faixa premium, que chegam ao consumidor por cerca de R$ 150, como alguns cavas e crémants .

Em 2027, começa a cobrança do Imposto Seletivo sobre bebidas alcoólicas, com alíquota ainda indefinida.

A pressão chega no auge do prestígio.

Em 2025, a indústria nacional somou 730 prêmios, segundo a Associação Brasileira de Enologia (ABE).

No primeiro semestre de 2026, o mercado de vinhos e espumantes movimentou R$ 9,8 bilhões, alta de 9% sobre o mesmo período de 2025, de acordo com a Ideal.BI.

O desafio agora é outro: transformar prestígio em preço, em consumo fora do Réveillon e em espaço no exterior.

Para o Dia do Espumante Brasileiro , celebrado nesta quinta-feira (22) junto com o Dia do Enólogo, o Seu Dinheiro ouviu cinco especialistas: Maurício Salton , diretor-presidente da Vinícola Salton ; André Valduga , sócio da Otto Vinhos & Espumantes ; Aline Mabel , diretora da Anprovin/ABE e CEO da vinícola Rio Manso ; Rodrigo Valerio , diretor de marketing e vendas da Cooperativa Aurora ; e Joana Bronze , educadora na Eno Cultura e embaixadora da vinícola chilena Casas del Bosque .

Entre a medalha e o ouro Em junho, o Salton Ouro Moscatel levou ouro no Decanter World Wine Awards 2026 .

Antes disso, em dezembro, ele e o Amitié Moscatel Premium, de Garibaldi, já tinham somado conquistas no concurso francês Effervescents du Monde .

Feitos que se repetem em outros torneios pelo mundo.

Ler a notícia completa no Seu Dinheiro ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

Mais de Seu Dinheiro

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›