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Economia

Dólar tem leve alta e fecha a R$ 5,14 com cenário eleitoral e apostas sobre juros nos EUA

Money Times ·

O dólar à vista encerrou a última sessão e a semana em tom positivo com apostas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos e uma possível intervenção no câmbio pelo Japão no radar.

Nesta sexta-feira (18), a divisa encerrou o dia a R$ 5,1442, com alta de 0,10% , no mercado à vista.

O movimento local destoou do desempenho do dólar global.

Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY , indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra , operava com leve recuo de 0,04% aos 100.209 pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização de 0,37% ante o real no mercado à vista.

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O que mexeu com o dólar hoje? As políticas monetárias continuaram a fazer preço no câmbio.

O dólar começou o dia em forte alta com a perspectiva de novas altas de juros nos Estados Unidos, ainda repercutindo a sinalização do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) na última quarta-feira (16).

Nesta semana, o Fed elevou os juros pela primeira vez em três anos, levando a taxa para o intervalo de 3,75% a 4,00% ao ano.

A ferramenta FedWatch, do CME Group, aponta cerca de 55% de chance de o Fed elevar os juros em outubro e 89,5% de probabilidade de um outro ajuste em dezembro.

A fraqueza do iene depois de uma decisão dividida de aperto monetário no Japão também movimentou o câmbio.

Por lá, o Banco Central elevou a taxa para 1,25%, no maior nível em 31 anos, mas sem sinalização sobre os próximos passos – o que frustrou o mercado.

Já no final da tarde, a notícia de que autoridades japonesas fizeram verificações de taxas no mercado cambial fez o dólar perder força, com os operadores considerando o movimento como um indício de intervenção cambial.

“As elevação de juros feitas pelos bancos centrais de EUA, Japão e União Europeia somadas à redução da Selic tendem a beneficiar moedas fortes em relação ao real, mesmo que marginalmente, dado que o juro real continua elevado e beneficiando o carry trade “, avalia Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

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