Saúde no RS: envelhecimento da população e falta de médicos em algumas cidades desafiam próximos governantes
A proporção de pessoas com 60 anos ou mais praticamente dobrou no RS em pouco mais de duas décadas.
Hoje, são 2,2 milhões de idosos.
E a população está vivendo mais: nesse mesmo mesmo período, a expectativa de vida passou de 72,8 para 77 anos.
Entre as mulheres, chegou a 80,1 anos.
O envelhecimento não significa necessariamente doença, mas aumenta a necessidade de preparar a rede para problemas mais frequentes nessa faixa etária e para a manutenção da autonomia. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo o professor Luis Henrique Telles da Rosa, da UFCSPA, o convívio social também é importante para a saúde dos idosos: "a interação, o convívio social é um fator muito importante, estratégico para a manutenção da saúde física e mental da pessoa idosa".
Para a saúde pública, o desafio é acompanhar uma população que vive mais e precisa de cuidados por mais tempo.
Médicos estão concentrados na Capital O Rio Grande do Sul tem 3,45 médicos por mil habitantes, acima da média nacional, de 3,08.
O problema está na distribuição.
Em Porto Alegre, são 11,81 médicos por mil habitantes.
No Interior, a proporção cai para 2,27.
Para o vice-presidente do Cremers, Eduardo Neubarth Trindade, não basta formar mais profissionais.
É preciso criar condições para que eles permaneçam onde são necessários.
A falta de estrutura também pesa na decisão dos médicos.
Hospitais, laboratórios, equipamentos e equipes completas são fatores que ajudam a atrair profissionais para os grandes centros.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Sul.