Da equipe B ao Pré-Olímpico: Vivian e Sabrina viram opções para Zé na seleção e conquistam torcida
Elas vieram só para compor elenco? Vivian e Sabrina dão resposta e conquistam o Rio A festa pelo título do Pré-Olímpico conquistado no domingo (13), no Rio de Janeiro, ainda ecoa na torcida, mas nos bastidores da Seleção Brasileira feminina de vôlei o encerramento da campanha no Maracanãzinho marca também o início oficial de um novo ciclo.
Entre a experiência das consagradas e a necessidade de renovação, duas caras novas simbolizam com precisão o sucesso do planejamento da comissão técnica: a levantadora Vivian e a oposta Sabrina.
Quem imaginou que a dupla estava no grupo apenas para "compor elenco" viu na prática uma resposta bem diferente.
Solicitadas em momentos estratégicos ao longo de toda a campanha no Rio, as duas entraram em todas as partidas e demonstraram a maturidade de quem não se assusta com a camisa amarelinha. + Brasil vence a Argentina, é campeão do Pré-Olímpico e garante vaga em Los Angeles 2028 + Gabi é eleita MVP; Ana Cristina e Roberta entram para seleção do Pré-Olímpico de vôlei + Gabi e Julia Bergmann brilham em defesas com os pés no Pré-Olímpico e brincam Vivian e Sabrina comemoram ponto brasileiro no Pré-Olímpico Feminino de vôlei Mauricio Val/FV Imagem/CBV A bagagem, afinal, não veio do nada.
Em julho deste ano, Vivian e Sabrina foram pilares da Seleção alternativa que bateu a Colômbia por 3 a 0 em Lima e conquistou a inédita Copa Sul-Americana.
O "laboratório" comandado pelo técnico Wagão funcionou: a transição da equipe B para o time principal de Zé Roberto Guimarães foi rápida, eficiente e já rende frutos num dos cenários mais exigentes do esporte mundial.
Aos 26 anos, a carioca Vivian, atleta do Flamengo, vivenciou o sabor especial de atuar no quintal de casa.
Já a oposta Sabrina, do Praia Clube, de 30 anos, trouxe a bagagem de quem soube esperar o momento certo para agarrar a maior oportunidade da carreira.
Vivian em ação no Pré-Olímpico Feminino de vôlei Mauricio Val/FV Imagem/CBV A sintonia entre a levantadora e a oposta transborda para dentro de quadra, resultado de uma caminhada construída lado a lado desde os treinos na equipe de desenvolvimento. – Foi uma grande oportunidade estar aqui com esse elenco tão bom, então estou muito feliz.
É um processo: participei da Seleção B há um tempo, este ano novamente, e agora tive essa chance na principal.
Tenho que continuar trabalhando para buscar meu espaço.
É um grupo com peças excelentes e preciso seguir firme para conseguir uma vaguinha – destaca a oposta Sabrina, em entrevista exclusiva ao ge.
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