quinta-feira, 3 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

'Cenário de terror': entenda como bebê foi torturado por 4 meses; mãe e padrasto estão presos

G1 ·
'Cenário de terror': entenda como bebê foi torturado por 4 meses; mãe e padrasto estão presos

'Cenário de terror': entenda como bebê de 1 ano foi torturado por 4 meses O delegado Fabiano Antunes de Almeida, responsável pela investigação das violências sofridas por um bebê de 1 ano, que foi torturado pela própria mãe, de 20 anos, e pelo padrasto, de 33, em São João da Boa Vista (SP), relatou que os laudos periciais revelaram o 'cenário de terror' que a criança passava.

O casal foi preso preventivamente na segunda-feira (31) por tortura e tentativa de homicídio e permaneceu à disposição da Justiça após a audiência de custódia na terça-feira (1º).

A violência durou, pelo menos, quatro meses.

As identidades dos suspeitos não foram divulgadas.

A defesa do casal informou à reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, que não teve acesso aos laudos que resultaram na prisão e que vai demonstrar a realidade do ocorrido no processo.

O caso está em segredo de Justiça. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram O g1 reuniu as violências praticadas pela mãe e pelo padrasto contra o menino de 1 ano: Violência física e psicológica Mãe e padrasto são suspeitos de agredir criança com colher de pau e colocar rosto da criança em bacia de água quente em São João da Boa Vista (SP) Polícia Civil/Divulgação Após a investigação, depoimentos de testemunhas, análise de documentos médicos, exames periciais e extração de dados dos aparelhos celulares dos investigados, a polícia concluiu que a criança era submetida a episódios de violência física e psicológica: A criança era trancada no banheiro nua e apanhava com uma colher de pau; Era ministrado um medicamento de tarja preta para que a criança dormisse; Caminhadas forçadas durante a madrugada; Enforcamento; Privação de sono; Submersão da cabeça da criança em uma bacia com água quente a cada 5 minutos; Aplicação constante de gelo para tentar esconder as marcas das agressões; Agressões em locais de pouca visibilidade, como nádegas, solas dos pés, nas mãos, usando a colher de pau como palmatória; Sufocamento da criança com toalha para que vizinhos não ouvissem o choro.

"Estamos ainda fazendo a análise do material restante dos aparelhos celulares, vamos fazer uma outra análise de outros celulares que foram apreendidos.

Temos exames periciais realizados no apartamento do casal e temos que fazer algumas oitivas ainda para elucidar alguns pontos e, ao final, vamos fazer o interrogatório do casal", explicou o delegado.

Traumatismo craniano O episódio de violência mais grave ocorreu em 19 de junho, quando a criança apresentou traumatismo craniano grave, hematoma subdural - que é o acúmulo de sangue entre a superfície do cérebro e a dura-máter, a membrana externa e resistente que reveste o cérebro, e extensas hemorragias retinianas - sangramento na retina ou interior dos olhos.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›