Lollapalooza Brasil 15 anos: curador revela como equilibra headliners e apostas nacionais no festival
Foto do Angine de Poitrine por Dustin Rabin Montar o line-up de um dos maiores festivais do mundo não é uma tarefa para qualquer um.
Envolve uma matemática complexa que cruza a disponibilidade de agendas internacionais, a flutuação do dólar, o desejo insaciável do público por grandes headliners e a responsabilidade de apresentar novos talentos.
Para entender como essa engrenagem funciona de perto, Rafael Oliveira (Preto Fala) , influenciador do Squad TMDQA! , bateu um papo exclusivo com Marcelo Beraldo , curador do Lollapalooza Brasil .
O papo rendeu reflexões valiosas sobre a edição que celebrará os 15 anos do evento no país em 2027 e os bastidores de como os nomes que sobem aos palcos de Interlagos são escolhidos.
Música Lollapalooza Brasil 2027 anuncia line-up com Charli XCX, Queens of the Stone Age, Geese e mais A pressão dos Headliners e a criatividade no “recheio” Um dos maiores debates anuais nas redes sociais gira em torno de quem encabeça o cartaz do festival.
Beraldo é transparente ao explicar que a curadoria, antes de tudo, precisa garantir a viabilidade do evento.
A gente parte primeiro da necessidade de ter que vender ingresso.
Então, começamos pelos artistas maiores, os chamados headliners.
E aí você tem alternativas relativamente limitadas.
Trabalhamos muito de olho em quem está disponível, quem está no ciclo de fazer turnê e de vir para a América do Sul.
Isso já exclui uma galera.” É depois que esses pilares comerciais e de grande apelo estão cimentados que a curadoria ganha fôlego para explorar novas sonoridades e fazer apostas, moldando a verdadeira identidade do Lollapalooza.
Com esses caras mais encaminhados, a gente começa a trabalhar o recheio do festival.
Aí sim dá para ser bem mais criativo, fazer apostas, buscar coisa nova e apresentar novidades.
A gente começa de cima para baixo, e o nosso orçamento vai se exaurindo até chegarmos nas bandas que abrem o dia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.