Suspeito de atropelar idoso com quadriciclo no PI relata que veículo apresentava problema mecânico; vídeo mostra homem saindo do local
Idoso de 73 anos atropelado por quadriciclo no PI: vídeo mostra suspeito saindo do local O homem suspeito de atropelar Antonio Luiz Pereira dos Santos, de 73 anos, com um quadriciclo em São Raimundo Nonato, no Sul do Piauí, afirmou em depoimento à polícia que uma falha mecânica no veículo o fez perder o controle da direção antes de atingir o idoso.
O suspeito se apresentou à Delegacia Seccional do município na manhã desta segunda-feira (31), segundo o delegado José Wellington.
O homem se identificou como proprietário de uma oficina mecânica e compareceu à delegacia acompanhado de um advogado.
Conforme a Polícia Civil, o caso é investigado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e ele permanece em liberdade. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Cadeira em que idoso estava ficou danificada Divulgação/PCPI Em depoimento, o suspeito relatou que trabalhava na oficina no sábado (29), dia do atropelamento, e seguia para casa no fim do expediente.
Segundo ele, durante o trajeto, o quadriciclo apresentou um problema na tração e, em seguida, ele perdeu o controle do veículo, atingindo o idoso.
“Ele disse que ao chegar na rua da vítima, que ele relata como um tanto inclinada, pelo fato de estar apenas a tração dianteira, ele disse que foi necessário acelerar para que a tração desse conta de movimentar o veículo.
Quando acelerou, disse que o veículo pendeu para o lado, perdeu o controle e subiu na calçada o senhorzinho estava”, detalhou o delegado.
Segundo José Wellington, o homem também afirmou que permaneceu no local após o atropelamento, mas deixou a área ao perceber a aproximação de moradores e temer represálias.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito negou ter consumido bebida alcoólica no dia do acidente.
O quadriciclo passará por perícia para verificar se apresentava defeitos mecânicos, conforme relatado pelo homem.
A Polícia Civil também deve ouvir outras testemunhas durante a investigação.
Até o momento, o suspeito não ficou preso.
“A nossa legislação penal proíbe prisão preventiva se tratando de crime culposo, aquele que é decorrente de alguma imprudência ou negligência.
O processo vai seguir com ele em liberdade, dada a impossibilidade de qualquer medida restritiva, até chegar ao promotor”, iniciou.
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