Vento e areia na pista: Bortoleto cita desafio inusitado da F1 em Zandvoort
Bortoleto explica vinda ao Brasil durante férias e projeta retorno para o GP da Holanda A volta das férias da F1 sempre garante um dos GPs mais aguardados do ano: após quase um mês de espera, os fãs poderão ver os pilotos da maior categoria do mundo em ação novamente.
E o GP que recebe a abertura desta fase final do ano é um dos mais esperados da temporada, no circuito de Zandvoort, na Holanda.
Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Além da fanática torcida holandesa presente em todos os dias de ação, o circuito deixará de receber a F1 a partir do ano que vem, tornando a edição de 2026 ainda mais especial.
Para os pilotos, um desafio inusitado também faz parte desta etapa do calendário: a areia na pista, já que o autódromo fica localizado a poucos metros da praia (“zand” em holandês significa “areia” e “voort” seria “no caminho, ou “em frente”, em tradução livre).
Vista do Circuito de Zandvoort, palco do GP da Holanda de F1 Mark Thompson/Getty Images Ansioso para a etapa holandesa, Gabriel Bortoleto comentou sobre este desafio inusitado.
Questionado pelo ge.globo sobre o quanto a areia na pista pode atrapalhar pilotos e equipes, o brasileiro explicou: - Lógico que atrapalha, e não só a gente, como todo mundo.
Eu acho que a pista suja cria instabilidade e o vento lá sempre é muito forte na Holanda.
Então tudo isso cria um pouco mais de instabilidade nos carros.
Mas isso é para todo mundo, não é só para a Audi.
Mas é uma pista que, teoricamente, por ter menos retas e mais curvas, favorece a gente, mas como já vimos antes, tiveram pistas que tinham mais retas, que a gente acabou tendo ótimos resultados.
Gabriel Bortoleto volta da pausa da F1 no GP da Holanda deste fim de semana Divulgação/Audi De fato, a expectativa de bons resultados de Bortoleto era maior para Budapeste, com um traçado travado, mas o brasileiro terminou na 11ª colocação.
Já em circuitos com mais trechos de reta, o brasileiro conseguiu os melhores resultados do ano, como o oitavo lugar no GP da Inglaterra, em Silverstone, e no da Bélgica, em Spa-Francorchamps.
Estas duas corridas representam até aqui os melhores resultados da Audi em seu ano de estreia na F1.
Bortoleto destaca que o time faz em 2026 um ano acima do esperado, com a melhora da confiabilidade nas últimas corridas e também andando na zona de pontuação de forma constante, brigando com equipes como Racing Bulls e Alpine pelo posto de “quinta força” da F1, atrás das quatro grandes (McLaren, Ferrari, Mercedes e Red Bull).
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