Elaine aprendeu crochê aos 7 anos e hoje espalha o Pantanal pelo mundo
Foi aos 7 anos que Elaine Cristina Guarnieri Martins ganhou uma agulha de crochê da tia Neusa.
Na época, ela nem imaginava que, quase 40 anos depois, aquele aprendizado se transformaria em fonte de renda.
Hoje, aos 46 anos, suas mãos dão vida a capivaras, araras, tucanos e onças-pintadas feitas de crochê, que já chegaram a outros estados e até fora do Brasil.
Moradora de Nova Porto XV, distrito de Bataguassu, Elaine é uma das cerca de 100 pessoas esperadas no Encontro Regional de Artesanato, marcado para quinta-feira (22), das 9h às 16h, no Centro de Eventos João Leme.
A proposta é reunir artesãos de 11 municípios de Mato Grosso do Sul para trocar experiências, divulgar seus trabalhos e, principalmente, encontrar novas oportunidades de venda.
Presidente da Associação dos Artesãos da Nova Porto XV, Elaine conta que sua relação com o artesanato começou na infância.
Além do crochê, aprendeu bordado, pintura e fuxico na escola.
Por um tempo, deixou as agulhas de lado, mas retomou o trabalho há cerca de dez anos, produzindo tapetes, bolsas e roupas.
Foi quando descobriu o amigurumi, técnica japonesa de criar bonecos de crochê.
A paixão ganhou ainda mais força depois de um desafio feito pelo designer Renato Imbroisi, que incentivou a produção de animais do Pantanal.
"O artesanato hoje representa uma conquista na minha vida.
É algo que eu sempre gostei de fazer, mas antes fazia só por fazer.
Hoje virou uma renda.
Ainda é um complemento, mas eu creio que vai virar a principal e que vou poder viver só do meu artesanato", conta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.