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A influenciadora que luta para dar protagonismo às mulheres da Amazônia

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A influenciadora que luta para dar protagonismo às mulheres da Amazônia

Aos olhos dos menos familiarizados com o movimento Mulheres Fortes do Norte, a iniciativa pode parecer, à primeira vista, um movimento de valorização da mulher nortista.

É, mas não só isso.

Criada em 2020 pela influenciadora paraense Dina Carmona , a iniciativa nasceu com a proposta de dar ferramentas para mulheres que, segundo ela, ainda são frequentemente deixadas de fora das principais histórias sobre a Amazônia.

“Não é só um movimento de autoestima e empoderamento.

Ele realmente dá um protagonismo para a mulher nortista.

A gente fala de diversidade e, muitas das vezes, a mulher nortista não está na pauta”, afirma Carmona em conversa com a coluna GENTE .

Para Dina, a falta de representação também produz consequências individuais, como a impossibilidade de enxergar um futuro: “Quando a gente não tem autoestima, a gente não tem protagonismo”.

Com atuação voltada principalmente para empreendedoras, o movimento oferece mentorias e cursos de marketing digital, além de conectar marcas e negócios.

“Hoje, o grande gargalo da Amazônia é a venda.

A gente dá esses ensinamentos como transformação social, como criar conteúdo para empreender.

E isso muda a realidade”, explica Dina, cuja iniciativa também funciona como uma rede de conexões.

Nos dias 6 e 7 de outubro, por exemplo, o grupo participou da feira de empreendedoras realizada durante o IV Fórum Varanda da Amazônia, Belém (PA): “A gente está aqui dando voz e vez para quem mantém essa Amazônia de pé”.

Antes de criar o Mulheres Fortes do Norte , Dina já havia construído uma trajetória na comunicação.

Publicitária de formação, ela conta que começou a trabalhar com redes sociais ainda em 2010, quando o universo dos influenciadores digitais começava a ganhar espaço.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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